Minhoca na Cabeça

Thomas Fuller - Historiador, clérigo e escritor inglês disse: Dívida é a pior pobreza.

Buscando por categoria

22 de Fevereiro de 2012 às 13:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Mais de 120 pessoas, entre gestantes e acompanhantes, deverão lotar as dependências do auditório do Hospital Regional Alto Vale (1º andar), em Rio do Sul, nesta quinta-feira (dia 23), das 19 às 21h. O encontro promove a estréia do curso para gestantes - temporada 2012. As reuniões serão realizadas todas as terças e quintas-feiras, até o dia 15 de março.
No primeiro dia do curso, a palestra será ministrada pelas psicólogas Denise Zuqui Hoch e Danielle Hencke Manschein. O tema “Aspectos emocionais da gestação” sempre fez muito sucesso nas edições anteriores. “A procura foi muito grande para este curso. Para esta edição nós não poderemos mais inscrever ninguém. Mas em maio nós vamos organizar mais um curso”, revelou a psicóloga do HRAV, Rossana Goral. As inscrições podem ser feitas pelo telefone: (47) 3521-2000.
O Hospital Regional Alto Vale oferece vários cursos por ano para gestantes e acompanhantes. Todos os que participam das palestras recebem uma apostila, com orientações do início ao fim da gestação. Um tema que também é discutido nos encontros é “Amamentação e o auxílio na dicção”. As explicações são passadas com o suporte de vídeos e fotos, que mostram os cuidados logo nos primeiros meses de vida dos bebês. Outro assunto abordado é a escolha: “Parto normal ou cesariana?”.
Logo nas primeiras reuniões, os participantes começam a se envolver e eles sentem a necessidade de observar melhor algumas experiências. “Quando a pessoa se prepara, ela enfrenta melhor o momento. Aqui nós também ressaltamos a importância da alimentação, do pré-natal e a função determinante de quem acompanha a gestante”, revelou a enfermeira Janaina Willemann. 
Estudos divulgados por institutos internacionais apontam que cada dólar aplicado em programas voltados para os três primeiros anos de vida de crianças, resultará em economia de, pelo menos, sete dólares em futuros programas de saúde, educação, previdência, assistência social e sistema prisional, além de produtividade de trabalho.
A pesquisa desperta a importância do HRAV em manter projetos que melhorem a qualidade de vida das gestantes e o acompanhamento mais intensificado para o recém-nascido. O primeiro bebê que nasceu no HRAV foi Letícia Neves da Silva, no dia 16 de setembro de 1996. Ela é filha de Luciane Neves da Silva e veio ao mundo com 4,55kg e 51cm.

Informação da FUSAVI - Fundação de Saúde do Alto Vale do Itajaí
HRAV - Hospital Regional Alto Vale

22 de Fevereiro de 2012 às 10:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Trabalho revela ausência de benefício na administração do suplemento para homens; ação da vitamina B também foi pesquisada, na França

Um tratamento à base de vitaminas B ou de suplementos de ácidos graxos com ômega-3 não reduziu o risco de câncer em mais de 2,5 mil pessoas na França com histórico de doença cardíaca, mostra um estudo publicado nos Archives of Internal Medicine. "Esperávamos descobrir uma ação benéfica dos suplementos contra o risco de câncer", disse Valentina Andreeva, autora do estudo e pesquisadora da Universidade de Paris. "Ao contrário, não constatamos nenhum efeito desses suplementos."
Pesquisas anteriores sugeriam que as vitaminas B poderiam proteger as pessoas do câncer, principalmente o câncer colorretal, embora nem todos os estudos concordassem.
O objetivo original do estudo de Valentina era testar o efeito da ingestão de ácidos graxos com ômega-3, vitaminas B ou ambos contra doenças cardiovasculares em pessoas com um histórico de enfarte ou derrame.
Para compreender melhor se os suplementos poderiam ter efeitos adicionais, o grupo reuniu também informações sobre o número de pacientes submetidos ao teste que desenvolveram câncer. Os pesquisadores dividiram os sujeitos do estudo em quatro grupos: um tomou duas pílulas de vitamina B por dia, outro grupo, duas pílulas de ácidos graxos com ômega-3, um terceiro tomou ambos os suplementos, e um quarto tomou placebos semelhantes aos suplementos. As vitaminas B eram uma mistura de 3 mg de B6, 0,02 mg de B12 e 0,5 mg de ácido fólico.
Aos participantes que deviam tomar os ácidos graxos com ômega-3 foram ministrados 600 mg por dia, enquanto os suplementos continham duas vezes mais ácidos EPA e DHA. Por cerca de cinco anos, Valentina e seus colegas do Instituto Nacional de Pesquisas Médicas da França acompanharam os diagnósticos de câncer entre os sujeitos do teste.
De mais de 2 mil pessoas que concluíram o estudo, 175 desenvolveram câncer e 58 morreram por causa dessa doença. As pessoas de ambos os grupos que tomaram os suplementos de vitamina B apresentaram o mesmo risco de câncer que aquelas que tomaram placebo.
Esses resultados confirmam os de um estudo maior, realizado entre sobreviventes de ataques cardíacos, que também mostrou que as vitaminas B foram ineficientes na redução do risco de câncer. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

19 de Fevereiro de 2012 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

por Jeneen Interlandi no SCIENTIFIC AMERICAN
   
Como qualquer fumante pode dizer, parar de fumar é relativamente fácil. O difícil é evitar a recaída – a ânsia de fumar semanas ou mesmo meses após ter supostamente abandonado o hábito. O adesivo, o chiclete e todos os outros truques que fumantes usam para atravessar os primeiros meses, em geral, são inúteis diante dessa compulsão.
É por isso que uma vacina contra a nicotina, que passa por testes clínicos, deixou os funcionários da saúde pública tão animados. Como todas as vacinas a NicVAX, feita pela NABI Biopharmaceuticals, funciona estimulando o sistema imunológico do organismo a produzir anticorpos contra certo alvo: neste caso, a nicotina. Como as respostas imunológicas costumam durar a vida inteira, os fabricantes da vacina argumentam que ela pode servir como um auxílio contra o fumo a longo prazo.
Normalmente, as moléculas de nicotina são tão pequenas que conseguem evitar a detecção pelo sistema imune. São reduzidas o bastante até para passar pela barreira hematoencefálica e se prendem a receptores em células cerebrais, onde deflagram uma cascata química que leva à compulsão. A NicVAX inunda o organismo com moléculas de nicotina que foram ligadas quimicamente a grandes proteínas transportadoras, forçando o sistema imunológico a reconhecer e a organizar anticorpos contra o com­ponente do cigarro. Assim, quando as moléculas comuns de nicotina entram no sistema, esses anticorpos se prendem a elas, tornando-as grandes demais para atravessar a barreira hematoencefálica.
A vacina não funciona para todos. Um experimento anterior mostrou que 16% dos fumantes inveterados vacinados que tiveram altos níveis de anticorpos permaneceram sem fumar um ano após pararem, comparados aos 6% do grupo de placebo. Os que produziram muitos anticorpos, mas não pararam de fumar, cortaram o cigarro pela metade, passando de cerca de 20 unidades por dia para 10.
Na “fase III” das pesquisas, cientistas recrutaram mil fumantes que consomem pelo menos 10 cigarros por dia. Os voluntários receberam 5-6 injeções no período aproximado de um mês e pediu-se que parassem de fumar após 14 semanas, quando cerca de 80% deles apresentaram altos níveis de anticorpos. (Não está claro por que 20% dos voluntários não produziram resposta alta de anticorpos à vacina.) “A ideia é garantir que quando pedirmos que parem de fumar, eles tenham as ferramentas, os anticorpos, para ajudá-los”, considera Raafat E. F. Fahim, CEO da NABI. Ele e sua equipe ainda têm de determinar por quanto tempo os pacientes devem receber as injeções.
Se os resultados da fase III de testes forem tão bons quanto o esperado, a vacina poderá chegar às prateleiras das farmácias em seguida. Enquanto isso, pesquisadores já estão trabalhando em outras vacinas contra compulsões, inclusive uma contra cocaína, que usa a mesma estratégia da NicVAX.

3 de Fevereiro de 2012 às 12:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Olá!

Sempre é hora de combater a dengue. Juntos podemos mobilizar a população sobre a importância de se prevenir contra o mosquito Aedes aegypti, mantendo hábitos simples como limpar calhas, caixas d’água, recolher o lixo e nunca deixar pneus ao ar livre para não juntar água.
Por isso, faça um post nas Redes Sociais, divulgue a hastag #combatadengue e compartilhe essa informação com seus amigos, parentes e vizinhos. A sua contribuição é fundamental para o sucesso desta campanha.
Caso tenha interesse em divulgar algum material da campanha, entre em contato através do e-mail comunicacao@saude.gov.br.
Saiba mais sobre a campanha no site: www.combatadengue.com.br
Você também pode nos seguir no Twitter: www.twitter.com/dengue_MS
Estamos também no Facebook! Confira: www.facebook.com/minsaude?sk=app_110819375702256

Obrigado,
Ministério da Saúde

1 de Fevereiro de 2012 às 11:00
Por: Aldo Nestor Siebert

O prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus, anuncia na manhã de quarta-feira (1º de fevereiro), a realização de um mutirão de consultas de cardiologia para zerar a fila de espera no município nesta especialidade. A prefeitura deverá investir mais de R$ 30 mil para cerca de 1,4 mil atendimentos nas próximas semanas, com mobilização inédita de cardiologistas da cidade. O prefeito se reúne com a secretária de Saúde, Sueli de Oliveira no gabinete a partir das 9h, onde dará mais detalhes do mutirão.

Clóvis Eduardo Cuco
Departamento de Comunicação


28 de Janeiro de 2012 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Michelle Achkar no Terra Saúde

Quem gosta de chá preto tem um motivo a mais para apreciá-lo. De acordo com uma pesquisa da Universidade da Austrália Ocidental e da Unilever, três xícaras por dia da iguaria podem reduzir a pressão arterial. Os dados são do jornal Daily Mail.
Os cientistas forneceram a 95 participantes australianos, entre 35 e 75 anos, três xícaras diárias de chá preto ou de placebo com o mesmo sabor e teor de cafeína. Depois de seis meses, descobriram que, em comparação com os participantes do grupo placebo, os que bebiam chá apresentaram menor pressão arterial sistólica e diastólica entre 2 e 3 mmHg (milímetros de mercúrio). Os autores acreditam que essa diminuição levaria a uma queda de 10% no número de pessoas com hipertensão e doenças cardíacas.
A dietista Tracy Parker, da British Heart Foundation, disse ao jornal que é importante ressaltar que o líquido não vai cancelar a dieta e o estilo de vida desequilibrados. "Há evidências de que as propriedades antioxidantes do chá podem trazer benefícios à saúde do coração, mas são necessárias mais pesquisas para entender melhor como pode reduzir a pressão arterial. Nesse meio tempo, a redução de sal e álcool, comer mais frutas e legumes, e se manter fisicamente ativo são as formas bem estabelecidas de reduzir a pressão."

18 de Janeiro de 2012 às 12:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Cada riossulense procurou o serviço municipal de saúde por pelo menos duas vezes em 2011, seja para atendimento básico ou para consulta especializada. É o que indica levantamento da Secretaria de Saúde que mostra o número de atendimentos entre janeiro e outubro do ano passado na média pelo número de habitantes. Ao que tudo indica, a estatística pode subir ainda mais com a contagem de novembro e dezembro como avalia a secretária Sueli de Oliveira.
Foram no total 95.324 consultas básicas e 40.168 atendimentos especializados, tanto na Policlínica de Referência Regional, no centro, como nas Estratégias de Saúde da Família (ESFs) nos bairros, unidades descentralizadas, Centro de Atendimento à Mulher (CAM) e Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). A quantidade não difere muito do percebido anos anteriores, mesmo com o efeito da enchente no mês de setembro e o fechamento de várias unidades que foram atingidas por alagamentos. "No geral, como algumas comunidades ficaram desassistidas, a população tinha disponível outros locais mais próximos e não teve falta de atendimentos", ressalta Sueli.
A busca por consultas médicas no ano passado também gerou um número significativo na quantidade de exames solicitados pelos médicos especialistas. Foram no total 292.316, sendo desdes 229.484 laboratoriais. A secretária chama a atenção para o número crescente de exames de média e alta complexidade, que chegou a 52.109 no ano. A demanda é crescente e como o SUS não arca com todas as despesas perante a necessidade dos pacientes, a prefeitura precisa comprometer parte do orçamento para custeio de exames clínicos. Somente em 2011, o município investiu R$ 562.072 para aumentar a quantidade de exames de média e alta complexidade.
"Como a tabela do SUS está muito defasada, muitas clínicas conveniadas se negam a prestar serviço por preços oferecidos. Então o município precisa aumentar a oferta para que o paciente não seja prejudicado", ressalta a secretária Sueli de Oliveira. Segundo ela, exames como o de colonoscopia sequer poderiam ser feitos em Rio do Sul pois não há prestadores de serviço interessados no preço pago. "Um exame em uma clínica custa entre R$ 400 e R$ 500. O SUS paga somente R$ 112,60, o que dificilmente é aceito em qualquer clínica do país". Mesmo assim, o município complementou o valor por consulta e atendeu 202 pacientes no ano. Apesar disso, este exame tem fila de espera de aproximadamente mais 270 pacientes, o que vai determinar em breve, a realização de um mutirão. (CONTINUA)

18 de Dezembro de 2011 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Da Agência Fapesp
Coração ganha novo aliado contra infartos
Por Mônica Pileggi (via blog do Nassif)

Agência FAPESP – Um estudo publicado na revista Science Translational Medicine, com participação de bolsista da FAPESP, descreve uma molécula que, administrada juntamente com a nitroglicerina, pode evitar infartos mais graves decorrentes da tolerância ao composto.
A nitroglicerina é um composto químico explosivo obtido a partir da reação de nitração da glicerina. Além de sua aplicação em explosivos, o composto é utilizado na medicina há séculos como vasodilatador no tratamento de dores no peito, conhecidas como angina. O tratamento também é utilizado nas salas de emergência de hospitais, quando pacientes chegam com sinais de infarto agudo de miocárdio.
Entretanto, os benefícios da nitroglicerina para o coração estão limitados pelo desenvolvimento de tolerância ao composto. Na pesquisa, realizada no Departamento de Química e Biologia de Sistemas da Escola de Medicina da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o brasileiro Julio Cesar Batista Ferreira e o chinês Lihan Sun, doutorandos na instituição, descobriram que a intolerância à nitroglicerina não se deve somente à perda do efeito vasodilatador do medicamento.
Segundo Ferreira, quando precedido do infarto do miocárdio, o uso sustentado de nitroglicerina pode causar efeitos devastadores ao coração. O estudo foi coordenado pela professora Daria Mochly-Rosen.
A tolerância à nitroglicerina é resultado da inativação da aldeído-desidrogenase 2 (ALDH2), uma enzima essencial para a proteção cardíaca em humanos e animais vítimas de infartos. O trabalho teve seus resultados publicados no início do mês na Science Translational Medicine.
O estudo verificou que a molécula ALDA-1, também descoberta pelos pesquisadores de Stanford, é capaz de manter o funcionamento de ALDH2 e evitar efeitos deletérios decorrentes da tolerância à nitroglicerina durante o ataque cardíaco.
Ferreira fez Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado na Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP), com bolsas da FAPESP, e está atualmente em Stanford. Em 2012, retornará à USP, após ter sido aprovado em concurso para lecionar no Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas.
De acordo com Ferreira, ao ser administrada junto à nitroglicerina, a ALDA-1 mantém a enzima ALDH2 ativada durante o infarto do miocárdio, inibindo os efeitos prejudiciais ao coração da tolerância à nitroglicerina.
“Em casos de dores no peito e infarto, médicos costumam administrar a nitroglicerina em cicloson/off – de 16 horas com o fármaco e 8 horas sem –, na tentativa de mascarar o efeito de tolerância. Mas esse período prolongado leva à inativação da ALDH2, fator que eleva as chances de um infarto mais grave”, disse à Agência FAPESP.
O pesquisador explica que a ALDH2 é uma enzima mitocondrial cujas funções são essenciais no sistema cardiovascular, entre as quais catalisar a conversão da nitroglicerina ao vasodilatador óxido nítrico e remover aldeídos tóxicos produzidos durante o infarto do miocárdio.
“Com a inibição dessa enzima pelo excesso de nitroglicerina, esses aldeídos se acumulam no coração e passam a se ligar a proteínas, lipídios e ao DNA, resultando na morte celular durante o infarto do miocárdio. Com a ALDH2 ativada, é possível remover com mais facilidade esses aldeídos, minimizando os danos ao coração”, disse Ferreira.
O estudo foi feito em ratos. Após a administração da nitroglicerina por 16 horas, os pesquisadores induziram infarto do miocárdio nos animais e observaram que o grupo com nitroglicerina apresentou disfunção cardíaca maior do que os demais ao longo de três semanas após o infarto.
“Porém, quando administramos a nitroglicerina combinada à ALDA-1, os efeitos deletérios da tolerância ao medicamento não se manifestaram”, destacou.
O artigo ALDH2 Activator Inhibits Increased Myocardial Infarction Injury by Nitroglycerin Tolerance (doi: 10.1126/scitranslmed.3002067), de Júlio Cesar Batista Ferreira e outros, pode ser lido por assinantes da Science Translational Medicine em http://stm.sciencemag.org/content/3/107/107ra111.abstract

10 de Dezembro de 2011 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Substituir um refrigerante convencional por sua versão dietética parece uma boa ideia, mas pesquisas mostraram que existe uma conexão entre os refrigerantes zero caloria e o ganho de peso, segundo relatou a revista norte-americana Shape. Além disso, muita gente acaba viciando na bebida.
O sabor adocicado e efervescente é bom, mas não faz bem ao organismo. ¿Embora não tenha calorias ou açúcar, os refrigerantes dietéticos são repletos de produtos químicos, cafeína, adoçantes artificiais, sódio e ácido fosfórico¿, disse Marcelle Pick, membro da Associação Americana de Enfermeiras. Por isso, a publicação listou cinco maneiras simples de deixar a dependência de lado. Confira.
Efervescência: substitua o refrigerante por outras bebidas carbonatadas, como água com gás misturada a sucos de fruta natural. Adicionar fatias de frutas frescas à água com gás também a deixa saborizada sem adicionar calorias.
Ache um substituto para a cafeína: você perde a concentração no meio da tarde e está a fim de cafeína, por isso, seu instinto te leva direto para a máquina de refrigerantes. Ao invés de se jogar nos adoçantes artificiais, prefira outras opções energizantes, como chá verde, vitaminas de frutas etc.
Mude de atitude: é normal achar que trocar o refrigerante convencional pelo dietético vai economizar calorias no cardápio diário, mas também pode trazer problemas, pois pesquisadores da Purdue University descobriram que os consumidores de bebidas diet tendem a aumentar o consumo de calorias em outros alimentos como "compensação".
Se hidrate com água: embora não cause desidratação, quem bebe refrigerante tende a substituir a água pela bebida açucarada. Carregue uma garrafinha recarregável e beba água sempre que consumir outros tipos de líquido para se hidratar.
Não desista: mesmo que seja uma pessoa apaixonada por refrigerantes, não desista de sua saúde. Tente fazer substituições aos poucos e prepare-se para os sintomas da abstinência, que melhoram com o tempo.
(Fonte: Saúde do Terra)

8 de Dezembro de 2011 às 11:00
Por: Augusto José Hoffmann

Pimentão lidera lista dos alimentos com mais resíduos de agrotóxicos.

Os agrotóxicos ou pesticidas agrícolas eram armas químicas na segunda guerra mundial. Em 1945, com o fim do confronto, estoques repletos, químicos "descobriram" que esses venenos, além de pessoas, matavam insetos também. Foi assim que se iniciou esse terrível processo de repasse de tecnologia para o terceiro mundo, quando bancos financiavam lavouras, com juros subsidiados. Bastava apresentar a nota fiscal de compra de veneno e adubo. O mesmo paralelo ocorreu com as curvas estatísticas de enfermidades graves: desde 45 vemos uma tangência, crescente, entre o câncer e a utilização massiva de pesticidas agrícolas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) constatou que os produtores rurais têm usado agrotóxicos não autorizados no plantio de determinados alimentos. Em 2010, a Vigilâncias Sanitária avaliou 2.488 amostras de alimentos, sendo que 28% apresentaram resultado insatisfatório para a presença de resíduos dos produtos. Deste total, 605 (24,3%) amostras estavam contaminadas com agrotóxicos não autorizados.

Quando o uso de um agrotóxico é autorizado no país, os órgãos responsáveis por essa liberação, indicam para que tipo de plantação ele é adequado e em que quantidade pode ser aplicado. Em 42 amostras (1,7%), o nível de agrotóxico estava acima do permitido. Em 37% dos lotes avaliados, não foram detectados resíduos de agrotóxicos.

20 de Novembro de 2011 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

A manteiga é a vice-campeã na preferência dos brasileiros para acompanhar o pão
Foto: Getty Images
     
A dupla pão com manteiga faz sucesso há vários séculos, mas pode não ser a mais indicada para a saúde, segundo dados de uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), visto que a manteiga é rica em gorduras e as margarinas contêm gorduras trans, que são prejudiciais à saúde do coração.
De acordo com a pesquisa, a margarina foi eleita a mais popular para acompanhar pães, torradas e biscoitos, sendo usada por 32,2% dos mais de dois mil entrevistados, seguida da manteiga (19,8%) e do creme vegetal (12,6%).
"É importante que as pessoas tenham consciência de que é possível reduzir o risco de doenças através de uma dieta saudável. Saber fazer as escolhas alimentares certas é um requisito essencial na busca por um envelhecimento com boa qualidade de vida", afirmou Isabela David, médica nutróloga responsável pelo estudo realizado pela Liga Nacional de Nutrologia da ABRAN, que levantou quais são os alimentos mais consumidos no Brasil, durante o café da manhã, para acompanhar pães, biscoitos e torradas. Conhecidos como spreads, termo sem tradução para o português, requeijão, geleia, margarina, manteiga, mel etc são os alimentos mais comuns, sendo boas fontes de gordura da dieta usual do brasileiro.
Isabela destacou a importância de se conhecer a qualidade da gordura do spread a ser consumido para prevenir doenças. "Devemos optar por alimentos ricos em gorduras mono e poli-insaturadas, como o azeite de oliva extra-virgem e os cremes vegetais, recomendados para a redução do risco cardio-vascular." Outra pesquisa, feita recentemente com pacientes cardíacos do hospital Dante Pazzanese, da capital paulista, concluiu que há falta de conhecimento sobre quais alimentos previnem e auxiliam no tratamento de doenças cardiovasculares, já que muitos pacientes desconhecem termos técnicos como gorduras mono e poli-insaturadas, dificultando a escolha dos alimentos. (Fonte: Terra Saúde)

7 de Novembro de 2011 às 13:30
Por: Aldo Nestor Siebert

A Secretaria de Saúde de Rio do Sul está com vaga em aberto para contratação de médico clínico geral para atuação nas Estratégias de Saúde da Família. A escala de trabalho é de 40 horas semanais e salário de R$ 9.175,92. A contratação é imediata.
Os interessados podem procurar o departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Saúde através do telefone (47) 3531-1410 ou pelo e-mail: sau.rh@riodosul.sc.gov.br. A Secretaria fica na Policlínica de Referência Regional, na rua Tuiuti, nº 154, no centro de Rio do Sul.
A Secretaria de Saúde também está com vaga aberta para médico psiquiatra. A atuação prevista é no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), com salário de R$ 4,2 mil para 20 horas semanais. O candidato tem de ser especializado em psiquiatria.

Clóvis Eduardo Cuco
Departamento de Comunicação


6 de Novembro de 2011 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert


É importante consumir alimentos que contenham carboidratos complexos e
 proteínas para ter mais concentração
Foto: Getty Images

Michelle Achkar no Terra Saúde

Se a rotina já pede que a atenção seja mantida durante longas horas diárias, o fim do ano pode trazer pressões extras, como bater metas nas empresas, estudar para passar de ano ou em provas para faculdades, além da ansiedade para cumprir os compromissos sociais que aumentam muito nesta época. Pois a alimentação pode ser aliada nesse processo. Segundo o site australiano Body and Soul, é importante consumir alimentos que contenham carboidratos complexos e proteínas. Veja as sugestões:
Carboidratos são importantes, pois são transformados em açúcar que dão energia ao corpo. Assim, o corpo ganha disposição e o cérebro, concentração. Tais carboidratos são ricos em fibras, que se transformam em glicose lentamente, em vez dos refinados que lançam uma verdadeira bomba de energia no corpo de uma só vez e depois normalmente dão a sensação de falta de forçar. Invista em pães integrais, assim como bolachas e massas, arroz integral, quinoa e aveia.
Todas as refeições, incluindo ao lanchinhos, devem conter alguma fonte de proteína, cuja digestão é mais lenta e mantém a sensação de satisfação por mais tempo. As principais fontes são legumes, nozes, sementes, ovos, iogurte, carnes (peixe, aves e bovina) e tofu.
Evite lanches cheios de açúcar e prefira os que irão manter os níveis de açúcar estáveis. O desejo por doces normalmente acontece quando esses níveis caem muito no sangue e o corpo pede uma solução rápida, que também pode ser compensada com alimentos com altas doses de cafeína. Não caia nessa armadilha.
Apesar de ser conhecido como poderoso estimulante, não faça do café sua bebida companheira do dia. Opte por chás, de preferência os de ervas sem a substância, ou procure opções de café sem cafeína.
Sob orientação médica, também é possível tomar suplementos de vitaminas B e de magnésio que ajudam o sistema nervoso em momentos de estresse. Legumes, nozes, sementes e grãos integrais também são boas fontes de vitamina B.

Suplementos de ômega-3 também podem ser recomendados pelo médico, pois ajudam a manter a concentração. Entre os alimentos, as boas fontes são salmão e outros peixes, chia e óleos.

16 de Outubro de 2011 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Uma substância presente na maconha pode ajudar a diminuir a dor em pacientes que recebem remédios de quimioterapia contra câncer, segundo um estudo da Escola de Farmácia da Universidade Temple, nos Estados Unidos. A pesquisa foi divulgada na publicação científica "Anesthesia and Analgesia".
Os pesquisadores usaram animais para testar o canabidiol, o composto químico mais comum encontrado na planta que fornece material para a maconha.
Segundo a cientista Sara Jane Ward, professora-assistente na universidade e principal autora do artigo, a substância preveniu completamente o surgimento das dores causadas pela droga paclitaxel, usada como quimioterapia para tratar câncer de mama.
Para a pesquisadora, uma das vantagens do canabidiol é que a substância não produz efeitos psicoativos como euforia, apetite exagerado e queda na capacidade de cognição. Ward destaca que o canabidiol tem as mesmas vantagens da maconha, mas sem os efeitos ruins.
Ela pesquisa há anos a relação dos sistemas dentro do cérebro com o uso de maconha. Segundo a pesquisadora, os cientistas estão interessados há muito tempo na possibilidade do canabidiol também servir como uma opção terapêutica.
Nos modelos em animais, essa segunda aplicação do canabidiol foi comprovada, pois reduziu a atividade do tumor, especialmente quando combinada com o placitaxel. Segundo Ward, existem 10 testes clínicos sendo realizados nos Estados Unidos com o canabidiol para uma série de pesquisas como dependência da maconha, distúrbios alimentares e esquizofrenia.
Ela aposta nesse costume para pedir os testes clínicos necessários para que o canabibiol possa, no futuro, virar uma opção disponível a pacientes para amenizar a dor causada por remédios usados no combate ao câncer. (Fonte: Do G1)

10 de Outubro de 2011 às 13:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Hospitais e postos de saúde começam a ser avaliados pelo governo federal a partir de dezembro, informou hoje (7/10) o presidente da Câmara de Política de Gestão e Competitividade, Jorge Gerdau. Segundo ele, o Ministério da Saúde vai usar o índice de medição de eficiência para estabelecer metas e definir repasses de recursos.

    "Quem atingir as metas vai pode receber aumentos de valores que serão transferidos. E conforme os índices vão crescendo, haverá aumentos gradativos. É um mecanismo que possibilitará que os postos que trabalharem melhor obtenham mais recursos. É um estímulo. E Quando houver uma economia, vai ficar naquela unidade.


Jorge Gerdau explicou ainda que o Ministério da Saúde pretende
divulgar os índices para garantir a transparência do
processo de avaliação das unidades de saúde.


"O Ministério da Saúde está vivendo um momento de evolução importante. A ideia é ter a plena medição da eficiência do atendimento. O Ministério vai trabalhar com auditorias e visitar os postos, vai buscar indicadores de medição e haverá auditorias sobre o sistema de funcionamento. E a palavra transparência é chave para nós", afirmou. (Fonte Blog do Planalto)

1 2 3 4 5 6 »

Participe do blog!

Falei e disse

Contribua mandando sua notícia.

Fale! Veja quem já falou

Tirando o chapéu

Fale sobre algo que você gostou.

Tire o chapéu Veja quem já tirou

Chutando o balde

Jogue fora tudo que o incomoda.

Chute o balde Veja quem já chutou

Enquete:

Estamos elaborando uma nova enquete, aguarde!

Clique e veja resultados de enquetes anteriores


Últimos comentários

Recomendo

Arquivos:

O blog Minhoca na Cabeça, agradece os comentários feitos pelos visitantes e convida-os a continuar opinando, solicitando somente que sejam respeitadas algumas regras. Clique aqui e saiba mais sobre a Política de Uso

Área Local
Chat do Minhoca
Entrar no Chat
0 pessoa online