Minhoca na Cabeça

Autor desconhecido disse: Discursos são como bebês, fáceis de conceber, mas difíceis de dar à luz.

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7 de Maio de 2012 às 11:30
Por: Miguel Delonei Berres

Reproduzo parte de uma reportagem do blog da Vanessa Nunes (clicrbs), sobre o lançamento do novo Ipad, retorno abaixo.

"O recado do novo iPad
07 de março de 2012

Foto: Apple, divulgação


O Brasil está mesmo atrasado. Essa é a mensagem escancarada pelo lançamento da terceira geração do iPad nesta quarta-feira.
Um dos grandes destaques do aparelho é o suporte à tecnologia LTE, a sucessora do 3G. Só que o Brasil ainda não vive na era das redes 4G. O leilão das frequências pela Anatel está previsto para maio, então esqueça 4G no Brasil em 2012."

Voltei. O assunto me chamou a atenção, especialmente após ter lido o post do Aldo de hoje, comentando sobre os lançamentos da empresa IPM, e também por termos nós da Delsoft, na quarta feira, dia 25/04, lançado um produto 100% web, onde o grande apelo é a mobilidade.
Este tipo de sistemas estarão fazendo parte do dia a dia dos gestores em pouco tempo, e o acesso, quando se tem pessoas fora da empresa, será pela internet.
As redes 3G que atualmente temos, permitem o trabalho remoto, mas são deficientes quando se trata de trafegar com arquivos maiores, como imagens por exemplo, tão comuns nas informações tratadas pelos sistemas , de gestão das empresas. Usando como exemplo o Delsoft X, um cliente poderia seguramente montar todo um orçamento de produto através de um Ipad conectado a uma rede 3g, mas no momento de oconfirmar a proposta, e enviar ao cliente não poderia anexar um desenho do produto ofertado ou a foto do mesmo, ou se o fizer poderá ter de esperar um tempo muito grande até a transferência desta imagem.
Uma luz no fim do túnel foi anunciada junto as cartas de intenção para a Copa do Mundo de 2014, onde se propõe que as cidades sede de jogos do mundial devam receber a tecnologia 4G, o que já foi confirmado por algumas operadoras. Por dedução podemos supor que após a tecnologia ser disponibilizada os investimentos iniciais realizados, a disseminação para o restante do país aconteça de forma mais rápida.

30 de Abril de 2012 às 11:30
Por: Miguel Delonei Berres

Aline Jesus   Para o TechTudo


De acordo com um estudo feito pela Forrester Research, os dispositivos móveis estão em uma curva de crescimento tão assustadora no ramo da informática que, em 2016, o número de tablets poderá ser maior do que o de computadores em todo o mundo.

A expectativa é de que o crescimento do número de tablets no mercado nos próximos quatro anos chegue a 46%. Espera-se que sejam vendidos 375 milhões de aparelhos móveis nos próximos anos, o que totalizaria o impressionante número de 760 milhões de tablets em uso até 2016.

Esta reportagem do Techtudo me fez analisar um pouco o tempo em que trabalho com informática, e entender alguns fatos que estão acontecendo.
Quando olho para duas décadas atrás e me lembro do início do Windows como sistema operacional, lá pelos anos 95, e da rápida ascensão que teve até dominar de forma esmagadora os computadores pessoais em todo o mundo, percebo que as estimativas de crescimento das vendas de tablets, apontada na reportagem, podem realmente se tornar realidade.
Quando olho a última década após a virada do milênio, com a afirmação da internet na vida das pessoas, começo a entender que este crescimento se deve muito a necessidade que as pessoas passaram a ter, de estarem conectadas a todo o instante.
Resta a nós agora entender o que esta facilidade trará de mudanças para a vida das pessoas e também das empresas. Cada um de nós e principalmente as empresas, terá de entender a nova realidade que esta mobilidade traz para todos, e saber aproveitar esta mudança na vida da sociedade.
Na minha vida profissional as mudanças já são realidade e tivemos que adaptar nossos produtos para este novo mercado. Quando vejo estas reportagens e percebo que a mobilidade não é uma tendência, e sim uma realidade no mercado, entendo que estamos certos em investir em tecnologias que usam esta mobilidade como fator de diferença. Vamos ver nos próximos anos quais as novidades que novamente farão mudar a realidade na vida tecnológica.

9 de Abril de 2012 às 11:30
Por: Miguel Delonei Berres

Por Victor Vasques no portal TechTudo

O grupo de engenheiros do Google apresentou hoje (04/04) um projeto que pode revolucionar o modo como interagimos com o celular e outros aparelhos móveis. Chamado de "Project Glass", o protótipo é semelhante a um óculos, e permite a interação entre o usuário e o meio em que vive por meio de realidade aumentada.

O Project Glass, do Google, pode transformar o modo como interagimos com os celulares (Foto: Divulgação)

Usando aplicativos semelhantes ao Android e comando de voz, o vídeo de demonstração mostra interações como mensagens instantâneas, um guia de rota em tempo real, compras orientadas e vídeo conferência, tudo isso em uma pequena tela de vidro próxima ao olho. Longe de ser uma piada de 1º de Abril, o óculos ainda é um protótipo, mas se existe uma empresa capaz de tirar a ideia do papel, esta é o Google.
Com suporte financeiro, profissionais de primeira linha e ideias inovadoras, o Project Glass poderia se tornar uma realidade e ser uma grande vantagem competitiva do Google em relação aos concorrentes, já que a empresa tem visto o Facebook e a Microsoft invadirem campos que antes dominava com tranquilidade, como é o caso de serviços de busca. Além de colocar o seu sistema operacional Android como um líder do mercado de aparelhos móveis.
Outra vantagem da ideia apresentada no Project Glass é o seu design. Por se tratar de uma pequena tela transparente em apenas um dos olhos, o produto poderia ser usado normalmente, sem que tirasse totalmente a atenção do usuário, coisa que acontece em grande escala com celulares no trânsito .
Apesar de parecer que o Google está levando a sério a ideia, a empresa ainda não liberou detalhes de como poderia pensar a navegação. Seria a posição dos olhos uma opção para detectar a escolha do menu? Isso ainda segue em segredo. Mesmo assim o projeto já tem recebido milhares de entusiastas em sua página no Google+.

2 de Abril de 2012 às 11:30
Por: Miguel Delonei Berres

No Noticenter 337, desta semana, estava lendo uma notícia de uma empresa de software concorrente, destacando o tema da exigência da apresentação contábil conforme as normas IFRS (International Financial Reportings Standards). O tema me chamou a atenção pois temos acompanhado a luta de vários clientes que se enquadram na obrigatoriedade da apresentação de suas demonstrações contábeis neste novo modelo, e das dificuldades que os mesmos enfrentam para se enquadrar a esta normatização.
Para a área tecnológica e, em especial, as empresas desenvolvedoras de software de gestão, esta obrigatoriedade, aliada a implementação do projeto SPED, tem trazido uma intensa movimentação no mercado. Muitas empresas aproveitam a necessidade de se adequar as exigências internacionais, para atualizar suas tecnologias de controle de gestão, e outras ainda, precisam buscar novos sistemas que lhes possibilitem se adequar, pois em muitos casos, os controles que atualmente utilizam não possibilitam geras as informações no novo modelo.
Problemas para uns, oportunidades para outros, mas é um assunto que não pode mais ser relegado no planejamento das empresas para o próximo ano, se é que ainda não estejam trabalhando sob este regime. O importante é conhecer o melhor possível, antes de se iniciar os investimentos para a adequação. 

CONTABILIDADE GLOBALIZADA

Com a globalização e a abertura da economia mundial, surgiu a necessidade de uma padronização das demonstrações financeiras das empresas. O objetivo é deixar o resultado contábil das empresas mais claro, independentemente do país em que estejam. Desta forma, investidores, governos ou instituições financeiras de qualquer país podem avaliar negócios com base em informações de leitura uniformizada e compreensível.
O modelo IFRS foi adotado inicialmente pelos países da União Europeia a partir do final de 2005 com o objetivo de harmonizar as demonstrações financeiras consolidadas. O resultado foi altamente positivo e a medida foi aceita pela comunidade financeira mundial. Atualmente, diversos países têm intensificado o trabalho para a convergência das normas contábeis.
O Brasil passou a adotar o IFRS a partir da publicação da Lei 11.638/07 e da Resolução CFC nº 1.255/09 aprovando a NBC T 19.41, que trata da contabilidade para pequenas e médias empresas. As mudanças refletem na contabilidade societária (escrituração contábil), modificando os critérios de reconhecimento de receitas, custos e despesas. Com as novas normas, o resultado da contabilidade societária será diferente do resultado fiscal da empresa.

Passo a passo

1) O que é o IFRS?

É a sigla de International Financial Reporting Standards (Normas Internacionais de Contabilidade). Trata-se de um modelo com informações sobre a posição financeira, as mudanças nessa posição e os resultados de determinada empresa.

2) Qual é o objetivo do IFRS?

Padronizar as informações financeiras consolidadas das empresas. (CONTINUA)

31 de Março de 2012 às 10:30
Por: Aldo Nestor Siebert

5 de Março de 2012 às 11:30
Por: Miguel Delonei Berres


Interface chamada de 'Metro', do Windows 8,
nova versão da plataforma (Foto: Divulgação

Em menos de 24 horas, a versão de testes do Windows 8 foi baixada mais de 1 milhão de vezes, segundo o twitter da própria Microsoft.
O novo sistema operacional é a aposta da gigante americana de software, para se manter no topo do ranking em sistemas operacionais. Desde o lançamento do Windows como sistema operacional nos anos 90, este é o momento de maior ameaça de perda de liderança da Microsoft no mercado em que atua. A grande aposta, é ter um sistema operacional que contemple não apenas o mercado de computadores pessoais, mas sim que possa rodar em tablets e smartphones, mercados ascendentes e onde a empresa das janelas nunca chegou a ter sucesso.
O Windows phone 7 lançado no ano passado não atingiu as metas de vendas estimadas e a gigante americana tem participação pífia neste mercado que tem a briga entre apple e google como protagonistas do segmento. A interface “Metro” que abandona os menus das versões anteriores e apresenta uma forma mais intuitiva de acesso, especialmente projetada para telas do tipo touch screen, demonstram claramente a estratégia de brigar por este novo filão de mercado. O flerte da Google em lançar um sistema operacional para computadores pessoais deve ter despertado os executivos de Seatle a entrarem definitivamente na briga, pois da mesma forma que as concorrentes a Microsoft está lançando sua própria app store, apontadas por muitos como o grande fator de sucesso dos atuais lideres deste mercado.

Para quem gosta de novidades, o sistema já pode ser baixado para testes na página da Microsoft, mas lembre-se, ao instalá-lo você estará substituindo seu sistema operacional atual, por um que está em testes.

Miguel Delonei Berres
Diretor Presidente da DELSOFT - Tecnologia em limite
E-mail: miguel.berres@delsoftsistemas.com.br

22 de Fevereiro de 2012 às 11:00
Por: Aldo Nestor Siebert

A comunidade ativista Transparência Hacker criou um site que dá acesso a 5.661 órgãos públicos. O intuito é aumentar a comunicação entre a população e seus governantes.
O internauta entra na página, seleciona com qual órgão quer se comunicar e escreve sua dúvida ou pedido. Quando uma resposta é recebida, o site a publica e avisa o solicitante por email. Caso a resposta seja insatisfatória, a pessoa pode entrar com um recurso ou acionar o Ministério Público, diretamente pelo site.
Dos 120 pedidos protocolados nos 12 primeiros dias do site — boa parte sobre informação de gastos e serviços públicos —, apenas sete tiveram resposta. "Está dentro do esperado, mas acredito que o retorno será mais rápido com o passar dos meses", diz Daniela Silva, uma das responsáveis pela iniciativa.
Inspirado no portal inglês "What They Know" ("o que eles sabem", em português), o "Queremos Saber" chegou junto da sanção da Lei de Acesso à Informação, que obriga que qualquer dado não considerado ultrassecreto pelo governo seja liberado ao público.
Os órgãos governamentais têm até 18 de maio para se adaptar à nova legislação.

Para acessar o site, clique aqui.

Do Olhar Digital - Dica do Jonatan

18 de Fevereiro de 2012 às 10:30
Por: Aldo Nestor Siebert

A empresa chinesa Proview Technology (Shenzhen), que se diz detentora do nome iPad, ameaça processar a Apple nos Estados Unidos por nomear o tablet da companhia com um nome que não foi licenciado. A companhia  quer que a Apple pague uma indenização de US$ 2 bilhões.
Os advogados da companhia informaram à agência de notícias AFP que eles querem impedir a venda de tablets na China e também fora do país. Inicialmente, a companhia conseguiu a autorização com autoridades do país para que algumas revendas parem de vender o tablet.
No ano passado, a Apple já havia processado a Proview, reclamando que a empresa estava infringindo os direitos da marca. No entanto, o processo foi arquivado por falta de evidência.
A Proview, empresa especializada na fabricação de computadores, já havia entrado com processo contra a Apple na China e agora quer entrar com uma ação contra a companhia nos Estados Unidos alegando que a empresa agiu de má fé pelo uso da marca.
“Neste momento nós estamos selecionando escritórios de advocacia para processar a Apple em US$ 2 bilhões nos Estados Unidos como compensação”, informou Li Su, presidente da Vanguard Group, empresa de advocacia que cuida do caso na China.
Yang Rongshan, executivo-chefe da Proview, disse que ele quer apenas proteger os direitos de marca da companhia e fazer com que iPads não sejam mais vendidos na China. Ele ainda negou que a quantia solicitada seja para “tapar” buracos na empresa, que está com problemas financeiros
“Nós somos os donos da marca na China. Se vocês estivessem na mesma posição que a minha, vocês também tentariam proteger os seus direitos”, disse Yang durante coletiva de imprensa.

Entenda o imbróglio

A empresa Proview Technology detém o nome iPad desde 2000 – dez anos antes do lançamento do iPad, que foi em 2010. A fabricante de monitores registrou o nome iPad na China e em vários outros países em que atua na mesma época.
A Apple alega ter comprado a marca iPad globalmente de uma divisão da Proview. No entanto, a Proview Technology reclama que a empresa americana adquiriu os direitos de uma subsidiária da Proview em Taiwan, que não estava autorizada a fazer a negociação. Um tribunal de Hong Kong que julgou o processo no passado já havia dado posição favorável à empresa americana.
A posição da Apple sobre o caso é que a Proview Technology não está cumprindo o acordo feito há alguns anos, quando a companhia comprou os direitos. (Fonte UOL Notícias - Tecnologia)

11 de Fevereiro de 2012 às 10:30
Por: Aldo Nestor Siebert

6 de Fevereiro de 2012 às 11:30
Por: Miguel Delonei Berres

Segundo a Agência Brasil, a partir do segundo semestre de 2012 professores da rede pública poderão estar utilizando tablets em sala de aula. A expectativa do MEC é distribuir mais de 500 mil aparelhos aos docentes, que deverão receber treinamento para utilizar o equipamento no preparo de suas aulas, bem como acessar livrarias on-line, frequentar tele-aulas e participar de eventos distribuídos pela internet. A reportagem da revista Info exame pode ser acessada pelo link: http://info.abril.com.br/noticias/carreira/professores-irao-usar-tablets-nas-escolas-diz-mec-03022012-5.shl.
As empresas Digibras e Positivo já foram anunciadas como vencedoras da licitação que deverá custar entre 150 a 180 milhões de reais aos cofres públicos. Pelo anúncio dos vencedores e pelos valores unitários anunciados concluo que os equipamentos devem ser dotados de sistema Android, com acesso a internet via Wi-fi. Mesmo que os aparelhos não sejam considerados "de ponta" a tecnologia é moderna e adequada ao objetivo do programa.
Particularmente acho necessário que a escola se atualize cada vez mais tecnologicamente, mas fico um pouco cético com este tipo de programa, considerando o atual estágio da nossa educação. Vemos professores mal remunerados, entrando em greve por todo o país, discutindo não apenas salários, mas o próprio modelo educacional, o que me obriga ao questionamento quanto eficácia destas ações. Me pergunto se ao invés de distribuir equipamentos, não seria mais produtivo se distribuir uma melhor formação aos mestres ou mesmo estruturar as escolas ainda tão deficientes em questões estruturais, como acesso ao esporte, merenda escolar, entre outras.
Reitero, acho o projeto bom, mas o contexto em que se insere me parece inapropriado. Talvez nossos blogueiros que exercem a profissão de professor poderão contribuir muito com esta discussão, que pra mim é um assunto extremamente importante para nosso futuro como nação.

Miguel Delonei Berres
Diretor Presidente da DELSOFT - Tecnologia em limite
E-mail: miguel.berres@delsoftsistemas.com.br

26 de Novembro de 2011 às 10:30
Por: Aldo Nestor Siebert

iPad 2, lançado em março, atingiu 20 milhões de unidades vendidas em dois trimestres

Segundo fornecedores, Samsung, LG Display e Sharp entregaram mais de um milhão de telas para a próxima geração do iPad. Outro milhão deve ser entregue até o final do mês. De acordo com as informações do El País, a Foxxcon, que monta os tablets da Apple, iniciaria o trabalho com a nova versão do dispositivo em 2012.
As fontes do jornal espanhol também afirmam que a Apple testa telas de 7,85 polegadas produzidas pela LG e pela AU Optronics. Os displays poderiam ser para uma versão menor do iPad ou para algum outro dispositivo ainda não revelado que a empresa de Cupertino estaria desenvolvendo.
A Apple reduziu as entregas de telas para a atual versão do tablet no quatro trimestre, o que alguns analistas apontam como sendo resultado de um terceiro trimestre forte, com o lançamento do iPad 2. Outros especialistas avaliam que a redução pode ser indicativo de que a gigante de tecnologia planeja lançar outro tablet no mercado. Atualmente, a empresa do CEO Tim Cook tem componentes para produzir 15 a 16 milhões de iPads. (Fonte Terra)

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