Minhoca na Cabeça

Autor desconhecido disse: Discursos são como bebês, fáceis de conceber, mas difíceis de dar à luz.

Notícias do autor

12 de Julho de 2010 às 10:00
Por: Juliano Cesar Goral

Em 12 de janeiro de 1952, o Papa Pio XII proclamou São João Gualberto como protetor dos Engenheiros Florestais. Seu dia se comemora em 12 de julho, pois foi nesse dia do ano de 1073 que, na idade de 78 anos, São João Gualberto, nascido em Florença (Itália), encerrou a sua jornada laboriosa como monge beneditino. A custa de muito sacrifício, ele e outros monges transformavam as áreas selvagens e barrentas onde eram construídos os monastérios em belos parques arborizados com pinheiros.

Os cursos de Engenharia Florestal começaram a ser implantados no Brasil a partir da criação da Escola Nacional de Florestas, por meio do Decreto Federal nº 48247, de 30 de junho de 1960, assinado pelo Presidente Juscelino Kubitschek. Assim, neste ano comemora-se o Jubileu de Ouro, com eventos em diferentes universidades brasileiras.

Na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ), as comemorações para homenagear os profissionais da área estão programadas para a Semana “Luiz de Queiroz”, que acontece de 4 a 9 de outubro de 2010. Porém, por iniciativa do Departamento de Ciências Florestais (LCF), no próximo dia 12 de julho, às 17 horas, no saguão de entrada do prédio principal do LCF, será inaugurado o busto do professor Helládio do Amaral Mello, líder da criação do Departamento, do curso de Engenharia Florestal e do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF), agente pioneiro da integração universidade/empresa no setor florestal brasileiro.

Criado em 1971 na ESALQ, o curso de Engenharia Florestal foi instalado a partir de 1972. Já no ano seguinte, em 1973, era formada a primeira turma composta por 9 engenheiros. Ele está fundamentalmente apoiado em disciplinas essenciais e optativas oferecidas pelo LCF. Desde sua criação já diplomou 829 engenheiros.

18 de Setembro de 2009 às 18:13
Por: Juliano Cesar Goral

Boa noite!

Conforme sujerido aqui no blog, convido a todos para o plantio da árvore símbolo de Rio do Sul, nesta segunda feira, as 08:30 na praça Emembergo Pelizetti, em aluzão ao encerramento da campnha de escolha da nossa árvore símbolo e ao dia da árvore.

Conto com a presença dos amigos

Juliano

6 de Março de 2009 às 08:30
Por: Juliano Cesar Goral

A pesquisa com oliveiras foi iniciada pelo Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar da Epagri de Chapecó em 2005, quando foram instaladas unidades experimentais em vários municípios do Estado.
O projeto objetiva avaliar a possibilidade futura  de iniciar a olivicultura – cultivo de oliveiras – em Santa Catarina. "Os primeiros resultados estão acontecendo na unidade experimental de São Lourenço do Oeste que faz esta primeira colheita", informa o coordenador do projeto de oliveiras da Epagri, engenheiro florestal Dorli Mário Da Croce, revelando que outras unidades experimentais instaladas ostentam oliveiras com frutificação.
O Estado de Santa Catarina está sinalizando que é possível o cultivo de oliveiras para produção de azeite de oliva e também para conserva.
O Brasil importa 100% dos produtos derivados da oliveira  e gasta anualmente US$ 250 milhões por ano com esta importação - US$ 150 milhões em azeitonas e o restante com azeite.
O projeto está avaliando variedades para produzir conserva e  azeite de oliva. A olivicultura poderá ser instalada nas pequenas propriedades rurais de Santa Catarina, contando com mais uma alternativa na  agricultura familiar.
"Chapecó também está produzindo frutos, inicialmente para conservas, mas  acreditamos que em breve frutificarão cultivares para produção de azeite", garantiu Da Croce.
Com tantas possibilidades de aproveitamento, o governo estadual aposta financeiramente na ampliação da pesquisa. "Com aprovação do projeto  via Fapesc serão firmadas novas parcerias com a Unochapecó e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento", conclui Da Croce, que coordena os estudos em Santa Catarina.

4 de Dezembro de 2008 às 10:15
Por: Juliano Cesar Goral

Deu no caderno Cidades do Estadão de domingo

Especialistas apontam pelo menos cinco causas para os problemas em SC

Bruno Paes Manso, Vitor Hugo Brandalise e Renato Machado

Desde que as duas enchentes históricas de 1983 e 1984 atingiram o Vale do Rio Itajaí, causando a morte de 43 pessoas, estudiosos de universidades locais passaram a se preocupar com a vulnerabilidade da região. Na semana passada, nove desses especialistas, professores da Fundação Universidade Regional de Blumenau e da Universidade Estadual de Santa Catarina, se reuniram para discutir as causas principais da enchente deste ano e sugerir providência.
O Estado entrevistou anteontem a professora Beate Frank, que explicou o teor da conversa. Segundo ela, as principais causas da enchente podem ser resumidas em cinco: a quantidade de chuva na região, o local da concentração da chuva, o tipo de rocha do Vale do Itajaí, a forma como vem sendo feita a ocupação desordenada do local e o desmatamento da vegetação local, fatores que são detalhados abaixo. Na ressaca da tragédia, Beate afirma ver com ceticismo a promessa das autoridades em reconstruir a cidade. "Estamos cansados de ver a reconstrução repetindo os mesmos erros do passado. É preciso aprender com os erros. Está na hora de reinventarmos a região e erguer as cidades a partir das lições que tivemos".

CHUVA

Em quatro dias choveu 500 milímetros, o que significa 500 litros por metro quadrado, mais do que o dobro da enchente de 1984, causada por 200 mm. A média anual na região é de 1.500 mm. A quantidade de chuva, no entanto, não foi o único problema. Historicamente, as enchentes ocorrem a partir do alto do Vale do Itajaí, área de 8 mil quilômetros quadrados, formada por 30 cidades rurais. O sistema de alerta a enchentes, com monitoramento meteorológico e hidrológico, está todo concentrado nessa região. Quando chove no alto do Vale, a Defesa Civil tem pelo menos 24 horas para evitar o pior nas partes mais baixas. Na enchente deste ano, contudo, a chuva se concentrou no médio Vale do Itajaí, na região de Blumenau e no entorno. Não havia sistema de alerta nos rios dessa parte do Vale e não houve como se precaver.

27 de Novembro de 2008 às 10:02
Por: Juliano Cesar Goral

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Turismo e Viagem
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Luciano Pizzatto (*)

Luis,

Quanto tempo. Sou o Zé, seu colega de ginásio, que chegava sempre atrasado, pois a Kombi que pegava no ponto perto do sítio atrasava um pouco. Lembra, né, o do sapato sujo. A professora nunca entendeu que tinha de caminhar 4 km até o ponto da Kombi na ida e volta e o sapato sujava.
Lembra? Se não, sou o Zé com sono... hehe. A Kombi parava às onze da noite no ponto de volta, e com a caminhada ia dormi lá pela uma, e o pai precisava de ajuda para ordenhá as vaca às 5h30 toda manhã. Dava um sono. Agora lembra, né Luis?!
Pois é. Tô pensando em mudá ai com você.
Não que seja ruim o sítio, aqui é uma maravilha. Mato, passarinho, ar bom. Só que acho que tô estragando a vida de você Luis, e teus amigo ai na cidade. To vendo todo mundo fala que nóis da agricultura estamo destruindo o meio ambiente.
Veja só. O sitio do pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que pará de estuda) fica só a meia hora ai da Capital, e depois dos 4 km a pé, só 10 minuto da sede do município. Mas continuo sem Luz porque os Poste não podem passar por uma tal de APPA que criaram aqui. A água vem do poço, uma maravilha, mas um homem veio e falo que tenho que faze uma outorga e paga uma taxa de uso, porque a água vai acabá. Se falo deve ser verdade.
Pra ajudá com as 12 vaca de leite (o pai foi, né ...) contratei o Juca, filho do vizinho, carteira assinada, salário mínimo, morava no fundo de casa, comia com a gente, tudo de bão. Mas também veio outro homem aqui, e falo que se o Juca fosse ordenha as 5:30 tinha que recebe mais, e não podia trabalha sábado e domingo (mas as vaca não param de faze leite no fim de semana). Também visito a casinha dele, e disse que o beliche tava 2 cm menor do que devia, e a lâmpada (tenho gerador, não te contei !) estava em cima do fogão era do tipo que se esquentasse podia explodi (não entendi ?). A comida que nóis fazia junto tinha que faze parte do salário dele. Bom, Luis tive que pedi pro Juca voltá pra casa, desempregado, mas protegido agora pelo tal homem. Só que acho que não deu certo, soube que foi preso na cidade roubando comida. Do tal homem que veio protege ele, não sei se tava junto.

27 de Novembro de 2008 às 08:42
Por: Juliano Cesar Goral

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Utilidade Pública
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Acompanhe a situação das rodovias em SC, diretamente no site da Defesa Civil

25 de Novembro de 2008 às 10:02
Por: Juliano Cesar Goral

Veja como está a situação do conjunto viário do nosso estado. Clique aqui

25 de Novembro de 2008 às 08:45
Por: Juliano Cesar Goral

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Utilidade Pública
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Acompanhe a situação das cheias em todo o Estado de Santa Catarina , diretamente no site da Defesa Civil
Site de Blumenau, com informações freqüentemente atualizadas.

3 de Novembro de 2008 às 11:45
Por: Juliano Cesar Goral

Há algum tempo atrás o Aldo publicou um texto que recebi na lista de discussão da Associação Catarinense dos Engenheiros Florestais, intitulado "A tabela da Vergonha". Em linhas gerais, a tabela nos alertava que da área total do território nacional, possuímos ainda algo em torno de 14% de área útil. Quer dizer que dos 851.501.500,00 m² aprox. que compreende nosso território, temos ainda para usar como moradia, agricultura, pecuária, produção de florestas plantadas, rodovias e etc. apenas 120.322.452,00m² aprox. as demais áreas, se encontram ocupadas por florestas protegidas, reservas indígenas, áreas de preservação Permanente e outras formas de ocupação restrita.
Alguns diriam: - ótimo, temos um meio ambiente seguro, equilibrado e com possibilidade de se manter.
Mas esquecemos que a população cresce e necessitam de moradia, alimento e infra-estrutura em geral. E conseqüentemente precisaremos de mais área livre. E o que fazer se cada vez mais a legislação restringe de forma inconseqüente desconsiderando o ponto de vista técnico e econômico o uso do solo? Falo isto, pois não existem dados confiáveis sobre a ocupação do solo de nosso território e quando se tem, estes se apresentam regionalizados e levantados geralmente de forma tendenciosa a fim de se angariar fundos para utilizar em causa própria.  Situação comprovada recentemente na discussão gerada no governo e organizações sobre a área calculada que define o desmatamento na Amazônia.

3 de Setembro de 2008 às 11:45
Por: Juliano Cesar Goral

ESTADO DO RS É CONDENADO A INDENIZAR 1.578 HECTARES

O valor da terra e da madeira existente, excluído o valor da reserva legal referente a 20% da área da propriedade, conforme perícia de dezembro de 2006 chegou a R$ 20.846.034,98, em favor da Agropecuária Continental S.A. Também deverão ser pagos: juros compensatórios, desde a data do ajuizamento da ação, em 17/5/04, de 12% ao ano; juros moratórios de 6% ao ano, contados a partir do dia 1º de janeiro do ano seguinte do trânsito em julgado da sentença; e correção monetária pelo IGP-M a partir de dezembro de 2006 (data do cálculo do perito). A área está localizada em Cambará do Sul, na região dos Aparados da Serra, nas localidades de Potreiro Velho, Rincão da Picada e Capão do Pinho. A ação da Agropecuária Continental S.A. onsidera que é proprietária da área e está impedida de explorá-la comercialmente por sucessivas negativas do IBAMA e da SEMA – Secretaria Estadual do Meio Ambiente -, com base em legislação estadual. Alega que foi aniquilado o seu exercício do direito de propriedade e que houve desapropriação indireta do imóvel pelo Estado. Requereu pagamento de indenização pela caracterização de desapropriação indireta do imóvel, e os valores de toda a terra nua e benfeitorias, da floresta nativa e a plantada existente, da venda de madeira serrada, da madeira para outros aproveitamentos, dos produtos florestais não-madeireiros e o prejuízo efetivo com o dispêndio com o projeto de aproveitamento econômico da área. O perito concluiu que toda a propriedade se encontra dentro da área de Mata Atlântica e que as disposições da Lei nº 7.989/85 – Lei Albarello - são aplicáveis à área, pois 91,65% do imóvel são cobertos por floresta nativa, sendo que apenas 3,77% da área coberta por floresta nativa estão dentro de Área de Preservação Permanente – APP - e 87,88% da floresta nativa está fora da APP. Da área total da propriedade, 1.758,72 ha, excluídas as áreas de As, há cobertura florestal nativa na área de R$ 1.545,64 ha. Também houve comprovação que parte da área era, desde 1981, explorada para extração de madeira de araucária e lenha mediante autorização do IBAMA, mas que, em setembro de 1989, pelas disposições da Lei Estadual nº 7.989/85, o IBAMA suspendeu as autorizações de exploração.  Pedidos posteriores ao IBAMA e à SEMA foram negados também.

Fonte: ENVOLVERDE/TJRS

1 de Setembro de 2008 às 10:19
Por: Juliano Cesar Goral

Olha, já parece velho e batido, mas re-ler os livros faz bem. Desta vez dei atenção especial ao capitulo que trata sobre escolhas. ação e outros, vale apena ler e re-ler, como se fosse cartilha da escola. me refiro a ler e absorver o conteúdo, não a ver palavras e frases.......................... Interpretar textos é de suma importância.

21 de Agosto de 2008 às 09:30
Por: Juliano Cesar Goral

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Turismo e Viagem
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PABLO GOMES ( pablo.gomes@diario.com.br )| Rio do Campo

Uma novidade introduzida há apenas três anos em Santa Catarina vai transformar o cultivo do eucalipto em uma boa fonte de renda. Trata-se do plantio clonal, que reproduz árvores com as mesmas características da original.
A idéia chegou ao Brasil há aproximadamente 30 anos e foi inserida em Santa Catarina pela Klabin. Após pesquisa, a empresa escolheu uma árvore ideal, avaliando a sua forma, resistência a pragas e doenças e adaptação a determinados climas e solos. A árvore é cortada e colocada para rebrotar em viveiros, onde, de uma única muda, podem ser feitas outras milhares idênticas. As sementes não são utilizadas neste método de reprodução, justamente por não proporcionarem igualdade entre as plantas.
- As sementes vão originar indivíduos diferentes, apesar de parecidos. Já a clonagem resultará em indivíduos exatamente iguais - diz o gerente geral florestal da Klabin, José Aldezir de Luca Pucci.

17 de Julho de 2008 às 11:00
Por: Juliano Cesar Goral

Faz algum tempo, houve severas discuções com relação a praça Emembergo Pelizetti, no que diz respeito a remodelação da mesma. Os mesmos questionamentos foram feitos referentes a Oscar Barcelos. Ontem eu estava sentado no jardim de minha casa observando uma planta jovem de cedro que plantei fazem quase dois anos. Com relativa freqüência eu vou até ela e retiro seus ramos secos, faço sua rega, adubação e outros tratos que possibilitem o seu desenvolvimento sadio.
Fato simples e corriqueiro, mas proporciona bons resultados a médio e longo prazo. Garanto-lhes que se fosse possível, gostaria de ter um reflorestamento com árvores idem ao do meu jardim, invés de outras utilizadas hoje. Mas a tecnologia e o conhecimento ainda não possibilitam tal operação, tornando-se um investimento de grande risco.
Vejo seguidamente campanhas de apoio a plantio de vegetação as margens de ribeirões e rios, mas são poucos os que monitoram a operação posterior, muito menos os que fazem uma capina ou adubação. Fico realmente me perguntando quantas árvores já foram plantadas em nosso minicípio, e quantas sobreviveram aos intepéries humanos e naturais.
Temos uma falsa impressão de que ao plantarmos uma árvore nossa culpabilidade por sermos soberanos e degradadores ambientais se extingue após o plantio, virando as costas e indo embora. E a mesma, sem manutenção, num curto espaço de tempo, torna-se um impecílio, quando não um risco a vida ou ao patrimônio (exemplo, árvores de grande porte plantadas junto a residências). Ou no caso exemplificando o paragrafo inicial, árvores velhas e com infestações de pragas diversas, impossibilitando sua permanência ou desenvolvimento. (praça Emembergo e Oscar Barcelos). Outra situação observa-se nas árvores de pata-de-vaca, implantadas em frente ao bazar do Vavá, são belas, sadias e com excelente potencial, mas seus ramos estão muito baixos, dificultando a circulação no passeio; sendo que uma simples podada de formação resolveria o problema.
Igualmente aos nossos animais de estimação, precisamos lembrar que as árvores por nós plantadas são dependentes, pois a cidade cresce e elas infelizmente se transformam em intrusas num lugar que antes já foi delas.

8 de Julho de 2008 às 10:00
Por: Juliano Cesar Goral

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Turismo e Viagem
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Manejo Florestal Simplificado já!
[1] De acordo com dados do Relatório de Dados Básicos - Unidade de Conservação Data: 27/05/2008 20:14:24 horas do CNUC/MMA.
[2] Dados da FUNAI compilados pela Revista: "Isto É" de maio de 2008.

2 de Julho de 2008 às 10:00
Por: Juliano Cesar Goral

Dados divulgados pela Associação Catarinense de Engenheiros Florestais
A explicação para este absurdo:

A Amazônia tem: ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamantes, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares. 
O nordeste não tem tanta riqueza, por isso não há ONGs estrangeiras, lá ajudando os famintos.
 
Tente entender:

Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.
Agora uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?
A União Européia investe milhões de dólares na demarcação de reservas indígenas no Brasil.  Por quê?
Quando há tantos problemas de maior gravidade: terremotos em El Salvador e na Índia, a catástrofe em que vive a África, a seca no nordeste, a epidemia de AIDS, etc.
E eles gastam milhões para demarcar reservas indígenas? E que já são exageradamente grandes?
Por quê?

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