Por: Aldo Siebert • Categoria: Comunicado • Data da postagem: 6 de julho de 2016

Ontem a tarde Maria Duarte postou o seguinte comentário aqui no Minhoca, na postagem que tem como título “O ‘mico de Fernando Henrique Cardoso”.

“Infelizmente esse blog, depois que retornou de um período inativo, voltou com um visível foco “além de nossas fronteiras”, com um mínimo de noticias de nosso município, em especial o contexto político, e aposta numa fórmula que já existem milhares de fontes de informação.

Uma pena, mas de minhoca na cabeça só restou o nome. Nada mais. – Maria Duarte”

 

Ainda não tive o prazer de conhecer a autora do comentário. Espero algum dia ter essa oportunidade.

A Maria com esse comentário, um dos pouquíssimos postados nessa nova versão do Minhoca, acabou me dando a dica que eu precisava. Me fez ver claramente e decidir sobre uma interrogação que havia na minha cabeça há algum tempo e a ficha caiu. O Minhoca teve seu momento, seu tempo. E esse tempo passou.

Naqueles bons tempos o Minhoca era um espaços  inédito na região,  dos poucos disponíveis para expor ideias, debater, ‘brigar’…  Recebia grande quantidade de informações oficiais e algumas nem tanto, que alimentavam o blog. Mas esse tempo passou.

Acreditei, até com certo entusiasmo e pelo incentivo de alguns saudosistas como eu, que dava para retornar. Mas a realidade é outra. O espaço que o Minhoca de então preenchia, hoje está preenchido pelas redes sociais de forma mais completa, competente, eclética e democrática e por isso o Minhoca sai de cena, desta vez de forma definitiva.

Agradeço os amigos que nos prestigiaram nessa pequena sobrevida do Minhoca e em especial os dois únicos colaboradores que estiveram sempre conosco, o Leonardo de Oliveira Neves com a Previsão doTempo e o Giancarlo Moser com suas Charges, além é claro, do amigo Dolfi Marzall, pelo envio das fotos antigas.

Grande abraço a todos. A gente se vê por aí nas redes….




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Por: Aldo Siebert • Categoria: Imprensa , Política • Data da postagem: 5 de julho de 2016

Habituado a entrevistas com jornalistas brasileiros, que se limitam a levantar a bola para que ele corte em movimentos ensaiados, FHC teve suas posições confrontadas por um âncora da Al Jazeera, e pagou mico.

No espaço de apenas dez minutos. o ex-presidente se embaraça repetidas vezes. Aliás, FHC já abre a entrevista admitindo que Dilma NÃO cometeu crime “no sentido penal”. E completou “ela cometeu um crime POLÍTICO”.




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Por: Aldo Siebert • Categoria: Política • Data da postagem: 5 de julho de 2016

Por Estelita Hass Carazzai na Folha

Nova ImagemOs investigadores da Lava Jato afirmam que a propina com origem em uma obra da Petrobras no Rio financiou uma escola de samba, blog e familiares do ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira.

O petista, que está preso desde a semana passada, é o principal alvo da 31ª fase da operação, deflagrada nesta segunda-feira (4). Ele foi tesoureiro do PT entre 2005 e 2010, antecedendo João Vaccari Neto, e atualmente é suplente de deputado federal no Rio Grande do Sul.

Segundo a investigação, o petista e seus aliados receberam R$ 1 milhão da obra de reforma do Cenpes (Centro de Pesquisas da Petrobras), no Rio de Janeiro.

Entre os destinatários dos repasses está a Sociedade Recreativa e Beneficente Estado Maior da Restinga, uma escola de samba de Porto Alegre, e a madrinha da bateria Viviane da Silva Rodrigues.

Leia aqui a matéria na fonte




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Por: Aldo Siebert • Categoria: Política • Data da postagem: 5 de julho de 2016
Por Tahis Belenki na Folha

16109116Após receber carta de apoio de 46 entidades do agronegócio em evento em São Paulo, o presidente interino, Michel Temer (PMDB), disse nesta segunda-feira (4) que o governo pode começar a adotar “medidas impopulares”.

Temer foi muito aplaudido ao dizer que coloca decisões econômicas acima de interesses eleitorais.

“Estamos em um sistema de muita contenção. A contenção não começou a aparecer ainda, daí a importância desse documento [carta de apoio do agronegócio], como outros setores da indústria e dos varejistas, que também me procuraram para revelar apoio”, disse.

“Esse apoio é fundamental porque a partir de certo momento, começaremos com medidas, digamos assim,mais impopulares”, afirmou, sem especificar quais seriam.

“As pessoas me perguntam. ‘Você não teme propor medidas impopulares?’ Não. Porque o meu objetivo não é eleitoral. O meu objetivo, nesses dois anos e meio, se eu ficar dois anos e meio, é conseguir colocar o Brasil nos trilhos, é o que basta. Não quero mais nada da vida pública”, afirmou, sob aplausos.

Pouco antes, ele minimizara o reajuste ao funcionalismo aprovado na Câmara e que custará R$ 58 bilhões e pode afetar a meta fiscal deste ano, de deficit de R$ 170 bilhões.

Ele lembrou que os reajustes serão distribuídos ao longo de quatro anos, pré-fixados, abaixo da inflação. Sem os aumentos, complementou, setores realizariam greves, algo “desastroso politicamente”, admitiu. “Está tudo previsto no Orçamento e no deficit de R$ 170 bilhões”, disse.

O presidente não entrou em detalhes, mas um dos temores dos empresários é que uma das medidas seja aumento de impostos. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não descarta a opção para poder aumentar a arrecadação do governo e melhorar as contas públicas.

No encontro com o agronegócio, Temer disse que conta com a iniciativa privada para a recuperação econômica. “Ter lucro não é pecado”. O interino disse que programas sociais como Minha Casa, Minha Vida e Bolsa Família são necessários, mas que “não há nada mais indigno que o desemprego”.

“Para recuperar o emprego, é preciso que a indústria cresça, o agronegócio cresça, o comércio cresça”, afirmou.

Temer disse que pretende viajar a diversos países para pedir o investimento estrangeiro no Brasil, depois de o Senado julgar em definitivo o processo de impeachment de Dilma Rousseff, caso confirme sua saída.

DECORATIVO

Ao agradecer o apoio do agronegócio, Temer usou a mesma citação em latim endereçada à Dilma quando enviou carta reclamando de seu papel “decorativo” enquanto vice-presidente.

“”Verba volant, scripta manent.” As palavras voam, os escritos se mantêm”, disse. O presidente interino também voltou a falar da necessidade de “pacificação” e “união nacional”.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), também presente ao evento, manifestou apoio a Temer.

“O destino colocou sobre suas mãos, presidente, esse grande desafio de retomar a primavera da democracia, do desenvolvimento e da paz. Conte conosco para as reformas inadiáveis de que o Brasil precisa para que possamos chegar à terra prometida”, afirmou Alckmin.




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Por: Aldo Siebert • Categoria: D + , Outros blogs/sites • Data da postagem: 5 de julho de 2016
Do Canga Blog

17429962Parece piada mas é verdade! 

  Faltam tornozeleiras no Brasil. Aquela pecinha que se coloca em volta do tornozelo dos meliantes, para monitoramento da polícia, quando em prisão domiciliar. Já são 19 mil detentos usando o equipamento no Brasil.

  A indústria de tornozeleiras cresce exponencialmente.
A economia de custos para o poder público ajuda a explicar a disseminação. Enquanto o custo mensal por monitorado varia de R$ 167 a R$ 660 (média de R$ 301), no sistema prisional o gasto por detento vai de R$ 1.800 a R$ 4.000.

  Ironia do destino

  Recentemente um tal desembargador, Ivan Athié, mandou soltar o empreiteiro Fernando Cavendish, o famoso “bicheiro”, Carlinhos Cachoeira, e toda a turma presa na Operação Saqueadores, da Polícia Federal. Todos ladrões de milhões de dinheiro público, mas com regalias da justiça, sempre.

   Por ironia do destino, os meliantes, em vez de ir para casa, foram para o presídio de Bangu 8. Motivo: falta de tornozeleira. Talvez a crise econômica, causada pelos próprios ladrões, macomunados com os governos petistas e políticos em geral, tenham causado a “carestia” de tornozeleiras.

Hecha la ley hecha la trampa!

 O ditado acima, muito usado na fronteira do Uruguay, avisa: feita a lei, feita a burla!
   E o brasileiro, um povo muito criativo, é especialista em criar artifícios para burlar a lei.

   Recentemente uma equipe da Polícia Rodoviária Federal prendeu, em Porto Alegre, dois homens em um carro com placa clonada. Um deles tinha uma tornozeleira envolta em papel alumínio para bloquear o sinal emitido pelo aparelho.
   Em Minas Gerais, a Assembleia Legislativa do Estado estava investigando denúncia de venda de lacres das tornozeleiras dentro da unidade de monitoramento.

  Empreendedores

  Com a grande quantidade de políticos e “gente fina” sendo presas por corrupção, um grupo de empresários se prepara para lançar tornozeleiras com grife, customizadas, com detalhes em ouro e até com brilhantes.
  Capas de oncinha, também estão na lista dos novos produtos.

   Esse país não existe!!!!!!!!!  




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Por: Aldo Siebert • Categoria: Humor • Data da postagem: 5 de julho de 2016
Esta charge do Jarbas foi feita originalmente para o Diário de Pernambuco
Esta charge do Jarbas foi feita originalmente para o Diário de Pernambuco



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Por: Aldo Siebert • Categoria: Outros blogs/sites , Registro • Data da postagem: 4 de julho de 2016
Do Portal SRZD

farol_aceso_estrada_foto_wilson_dias_agencia_brasil_620Assim que soube que o uso do farol baixo do carro em rodovias durante o dia seria obrigatório, a promotora de eventos Lindi da Silva se adiantou. Apesar de a medida só passar a valer no dia 8 de julho, ela começou a deixar o farol do carro ligado para se acostumar. A tentativa, entretanto, rendeu três chamadas ao guincho. Como ela esquecia as luzes ligadas ao sair do carro, a bateria descarregou três vezes. Depois da dor de cabeça, uma solução criativa: um adesivo no painel do carro com os dizeres “Oi, Lindi, não esqueça de acender e apagar os meus faróis” é o lembrete diário da promotora de eventos.

“Quando soube da lei, eu vi que ia precisar de um aviso, porque eu esquecia mesmo”, diz Lindi. Ela avalia que o uso do farol é importante para aumentar a visibilidade dos veículos nas estradas. “Quando eu estou dirigindo e vejo um carro no retrovisor com o farol ligado, isso chama a atenção”.

O uso do farol baixo aceso durante o dia em rodovias será obrigatório a partir da próxima sexta-feira (8). Quem for flagrado com as luzes apagadas será multado em R$ 85,13 e terá quatro pontos na carteira de habilitação. A lei que estabelece a medida foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A proposta teve início na Câmara dos Deputados e foi aprovada pelo Senado em abril.

O objetivo da medida é aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o uso de faróis durante o dia permite que o veículo seja visualizado a uma distância de 3 quilômetros por quem trafega em sentido contrário. O farol baixo não pode ser substituído por farol de milha, farol de neblina ou farolete.

A Polícia Rodoviária Federal vai começar a multar os motoristas que não estiverem com os faróis acesos durante o dia nas rodovias a partir do dia 8. Desde que a lei foi sancionada, os policiais vêm conversando com os motoristas sobre a importância de usar os faróis ligados.

Para o assessor de comunicação da PRF, Diego Brandão, os condutores não vão ter dificuldades em se adaptar à nova regra. “É uma mudança cultural. É importante que o motorista seja sensibilizado que, adotando essa medida, além de fugir das penalidades impostas pela lei, ele contribui para a diminuição de acidentes, que é o mais importante”.

Para Brandão, qualquer medida que aumente a visibilidade de um veículo pode ajudar na redução de acidentes. “Apesar de não haver estudos técnicos na PRF sobre o assunto, temos diversas situações e relatos falando sobre a causa do acidente ter sido a falta de visibilidade. Então, acreditamos que o aumento da visibilidade do veículo vai contribuir  para a redução dos acidentes”, diz.

Atualmente, uma resolução de 1998 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) apenas recomenda o uso do farol baixo nas rodovias durante o dia. O uso do farol baixo durante o dia já é exigido para ônibus, ao circularem em vias próprias, e motocicletas. Também é obrigatório para todos os veículos durante a noite e em túneis, independentemente do horário.

Obrigação

Apesar de considerar que é recomendável o uso do farol aceso quando houver dificuldades de visibilidade nas rodovias, o professor Paulo César Marques da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Transportes da Universidade de Brasília (UnB), diz que a medida poderia ser apenas uma recomendação, e não uma obrigação. “Tenho dúvidas se isso precisava virar lei ou se poderia ser uma recomendação como boas práticas. Não sei se seria mesmo o caso de tornar lei e, portanto, ter que fiscalizar, punir quem não estiver cumprindo. Mas, pelo menos, mal não vai fazer”, diz.

Para ele, os motoristas podem demorar um pouco para se acostumar com a nova obrigatoriedade. O único inconveniente da medida, segundo o professor, é o consumo maior de bateria por causa do uso do farol ligado. Ele defende que os carros saiam de fábrica com dispositivos que liguem e desliguem os faróis automaticamente. “Eu mesmo já ando com farol ligado independentemente de estar em rodovia ou não. Aqui em Brasília é difícil de distinguir quando é ou não rodovia”.

Em Brasília, os motoristas devem ficar ainda mais atentos à nova medida, porque grande parte das vias que ligam o centro da capital a regiões administrativas são rodovias, como a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), a Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), a Via Estrutural, o Eixão Sul e Norte e a L4 Sul e Norte. O Departamento de Estradas de Rodagens do Distrito Federal (DER-DF) já realiza blitz educativa para alertar os motoristas sobre a nova norma.

Legislação

A lei teve origem em um projeto apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR). De acordo com o parlamentar, depois que a obrigatoriedade do farol aceso durante o dia foi adotada nas rodovias dos Estados Unidos, o número de acidentes frontais diminuiu em 5% e o número de outros acidentes, como atropelamentos e acidentes com bicicletas, reduziu em 12%. Na Argentina, os estudos mostram que o número de acidentes diminuiu 28%.

Em 2014, 43.780 pessoas morreram em acidentes de trânsito no Brasil, de acordo com o Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde. Em 2015, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 132.756 internações em decorrência de acidentes de trânsito. Nas estradas federais, foram 122 mil acidentes e 6.859 mortes no ano passado, segundo a PRF.

Fonte: Agência Brasil




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Por: Aldo Siebert • Categoria: Outros blogs/sites , Política • Data da postagem: 4 de julho de 2016
Por Fernando Brito no Tijolaço

temerveja

Nem falo da declaração de que a bela, recatada e do lar Marcela Temer está “preparadíssima” para exercer funções públicas. Também não de sua avaliação de que é “zero” a possibilidade de que a Lava Jato atinja seu governo depois de já ter arrastado três ministros seus.

Mas a declaração de que nunca soube que pudesse ter havido dinheiro “por fora” no PMDB depois de 30 anos na legenda, tenha santa paciência…

Que não tivesse provas, que não tivesse poderes para interferir, ainda daria para engolir.

Mas que “nunca soube” é de desbancar a falecida “Velhinha de Taubaté” do Veríssimo ou, mais modernamente, o personagem “Eremildo, o idiota” do Elio Gaspari, que desconhece o evidente.

Se Sua Temerência não sabe de caixa dois na política, não sabe que água molha e que fogo queima.

Mas, como um dos entrevistador da Veja era Policarpo Júnior, que não sabia que seu amigo Carlinhos Cachoeira era bicheiro, tudo é possível.




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Por: Aldo Siebert • Categoria: Política • Data da postagem: 4 de julho de 2016
Notícia do Estadão

Integrantes da cúpula do PMDB durante encontro em Brasília
Integrantes da cúpula do PMDB durante encontro em Brasília

Os redutos dos peemedebistas que são alvos da Operação Lava Jato receberam, nas eleições de 2010 e 2014, um volume de doações desproporcional ao tamanho de seu eleitorado. As campanhas mais ricas do PMDB, em termos relativos, não foram as dos Estados maiores, mas as dos comandados por “caciques” locais.

Os 12 Estados de alvos da Lava Jato concentram apenas um terço dos eleitores do País, mas eles receberam R$ 2 de cada R$ 3 (66%) doados a campanhas majoritárias do PMDB nas duas últimas eleições para governador e senador.

Nesses mesmos locais, candidatos, comitês e diretórios do PT e do PSDB receberam, respectivamente, apenas 25% e 22% do total doado para as campanhas estaduais – o que mostra que as prioridades eleitorais de petistas e tucanos foram muito diferentes das do PMDB.

Parte significativa do dinheiro arrecadado pelos três partidos veio de empreiteiras investigadas na Lava Jato. Há indícios de que doações eleitorais tenham sido feitas para “lavar” propinas resultantes de desvios de recursos públicos. No caso do PMDB, o ex-senador Sergio Machado afirmou, em proposta de delação premiada, que propinas destinadas a José Sarney e Romero Jucá eram, por vezes, disfarçadas como doações oficiais de campanha aos diretórios do partido no Maranhão e em Roraima, respectivamente.

No ranking dos valores per capita, o primeiro colocado, disparado, é justamente o Estado de Jucá. Na média das duas eleições, o PMDB de Roraima recebeu cerca de R$ 96 por eleitor – mais que o quádruplo do segundo colocado, Tocantins, e nove vezes o valor registrado no Rio de Janeiro. Em 2010 e 2014, o PMDB roraimense recebeu cerca de R$ 47,6 milhões. Em números absolutos, foi o sexto maior volume arrecadado pelo partido nos Estados, apesar de Roraima ser o menor colégio eleitoral do País.

Não há como mapear os doadores de Jucá e do PMDB em 2010. Na época, vigoravam as chamadas doações ocultas – para ocultar o vínculo entre financiador e financiado, o dinheiro não era transferido diretamente de um para outro, mas transitava antes pela conta de um intermediário (comitê ou partido). Em 2014, aparecem entre os principais doadores as empreiteiras Queiroz Galvão, UTC e Odebrecht, o banco BTG-Pactual e o frigorífico JBS – todos também alvos da Lava Jato.

Outro destaque no ranking do financiamento eleitoral do PMDB é o Maranhão, terra de José Sarney, de sua herdeira política, a ex-governadora Roseana Sarney, e do aliado Edison Lobão, ex-ministro de Minas e Energia. Na média de 2010 e 2014, o PMDB maranhense foi o terceiro que mais arrecadou no ranking dos Estados, apesar de ser o 13º em número de eleitores.

Em 2014, quando Lobão concorreu ao governo, recebeu doações de empreiteiras como a Andrade Gutierrez e a Queiroz Galvão. Seus principais financiadores, porém, vieram do setor de energia.

No total, o PMDB movimentou pouco mais de R$ 1 bilhão nas campanhas de candidatos ao governo e ao Senado nas duas últimas eleições nacionais, mais do que os tucanos (R$ 863 milhões) e petistas (R$ 665 milhões).

As análises do Estadão Dados consideraram todas as doações feitas a diretórios estaduais e aos candidatos ao governo e ao Senado, bem como a seus respectivos comitês. Quando o dinheiro transitou por mais de uma conta, um dos registros foi desconsiderado, para evitar dupla contagem. Os valores de 2010 foram atualizados pela inflação até o final de 2014, para permitir a comparação dos dados de ambas disputas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 




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