Veja o pronunciamento do Deputado Jailson Lima da Silva da tribuna da Assembleia, denunciando o "escândalo da insalubridade" que é pago a mais de 120 servidores da Assembleia.
Conheça a relação completa dos cargos, salários e salário insalubridade denunciados pelo Deputado, clicando aqui
Este chute no balde vai para nós pessoas hipócritas. Nós que temos atitudes diferentes das quais exigimos que o outro há tenha. Nós que muitas das vezes achamos que o outro é que tem problema. Nós que muitas das vezes somos hipócritas. Milhares de nós julgamos ser honestos naquilo que acreditamos...Será que o que acreditamos de fato seria a verdade? O que é a verdade? O que é ser honesto? Enquanto estamos num congresso, reunião, ou até mesmo no trabalho, nós acreditamos ser o mais certinho, o mais perfeito!!! Nos transformamos em tudo: desde os mais intelectuais até os mais donos da verdade!!! O que me preocupa, é quando temos as ditas certezas, penso que a certeza nos transforma em acomodados!!! Falamos o que o outro tem que fazer... e nós o que fazemos? Nem sequer olhamos para nosso próprio umbigo!!! Será que estamos de fato fazendo alguma coisa? É muito fácil ditar as regras, o difícil, é aceitar que também erramos, e que também temos nossas dificuldades. E numa dessas cenas, presenciei, de fato, um acontecimento que me deixou chateado!!! Uma amiga disse numa de suas frases ?Que é o que o povão gosta!!!!? Neste momento ela estava se sentindo, diferente de todos...como se fosse a melhor, como se tivesse um rei na barriga!!! O pior é que ela fala contra aquilo que também faz!!! Na frente dos outros, se mostra a mais certinha, interessada, pesquisadora, estudiosa, e quer se sentir competente, a mais intelectual e crédula, se achando melhor do que o outro... É importante sim criticar, mas o mais importante do que criticar, é dar o exemplo, coisa que ela não faz, o exemplo dela é totalmente outro!!! Até quando vai conseguir aturar essa crista? Até quando vai conseguir agüentar este salto alto? Dizem que no jogo da vida, quem ganha é o mais político e o que sabe lucrar!!! "Estou quase acreditando nisso".... só espero que isto não se transforme em certeza!!! A cada dia que passa prefiro estar na incerteza, do que ter certeza e ficar acomodado... Quantos de nós de fato ficamos acomodados? Quantos de nós? A cada dia que passa perco aquilo que acreditava, a cada dia que passa pessoas ao meu redor tem determinados comportamentos que não condizem com aquilo que falam!!! São amigos, familiares, são pessoas próximas e outras até distantes... Pessoas nas quais estão muitas das vezes dividindo o mesmo espaço ou muitas das vezes construindo algo juntas! Estamos numa hipocrisia tamanha, do ?faça o que eu digo?, mas não faça o que eu faço!!! É muito fácil... vemos sempre o problema no outro, e nunca olhamos para os nossos!!! Abraço!!!
Neste primeiro semestre de 2009, o Projeto Microbacias aplicou R$ 2.170.639,58 nos sete municípios da Regional de Rio do Sul. O balanço da Etapa 3 , que envolve melhoria na habitação, renda e recursos maturais e meio ambiente, foi apresentado nesta terça-feira (30) pela Gerência de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura, ao secretário da SDR Rio do Sul, Germano Purnhagen. Os recursos do Estado, aplicados nos municípios da SDR de Rio do Sul são os seguintes: Agronômica R$ 405.096,83; Agrolândia R$ 325.397,03; Braço do Trombudo R$ 233.862,63; Laurentino R$ 155.694,66; Rio do Oeste R$ 450.379,81; Rio do Sul R$ 457.168,53 e Trombudo central R$ 143.040,09. Com aproximadamente 2.070 famílias cadastradas na Regional, o Projeto conta com seis facilitadores cadastrados e 14 ADMs em Funcionamento. Segundo dados da Epagri, todas as 936 associações de agricultores formadas pelo projeto Microbacias 3 no Alto Vale do Itajaí tem planos de desenvolvimento sustentável. O Microbacias visa contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população rural de Santa Catarina, através da preservação, recuperação e conservação dos recursos naturais, do aumento da renda, das condições de moradia e estimulando uma maior organização e participação no planejamento, gestão e execução das ações. Tem o apoio da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural e do Programa de Recuperação Ambiental e de Apoio ao Pequeno Produtor Rural. Outras informações podem ser obtidas no Site: www.microbacias.sc.gov.br .
Jor. Marcelo Zemke Assessoria de Comunicação - SDR
O Senado brasileiro desceu às profundezas da indecência, do desrespeito à cidadania, aos eleitores e à Pátria, a que boa parte de seus imerecidos integrantes deveria servir, acima de seus interesses mesquinhos. Que não se culpe e atirem pedras apenas no seu atual presidente, José Sarney, porque a situação atual é fruto da conivência de, no mínimo, oito gestões antecedentes. E se José Sarney é hoje seu execrado presidente, é porque a maioria assim quis, votando nele, com o aval do presidente Lula. Afinal, dizem as manchetes deste primeiro de julho, 44% dos senadores - a minoria, portanto - defende a saída de José Sarney. Veja o leitor a ironia: houvesse ganhado a eleição o senador Tião Viana (PT-AC), esta sujeira toda provavelmente não teria vindo à tona, e a vida seguiria em frente com um novo presidente que prometia moralizar a instituição enquanto sua filha viajava com um celular pertencente ao patrimônio público, cuja conta, de R$ 14,7 mil, estrondosamente alta para a maioria dos mortais que sustentam as benesses daquela casta, teria sido bancada pelo erário. Foi a maioria do colegiado que absolveu o antecessor, Renan Calheiros, de uma miríade de malfeitorias comparável à do maranhense que lá representa o Amapá. O desmanche da ética, que vem em progressão de longa data, deve ser debitado à responsabilidade de todos os senadores, porque durante os 15 anos de Agaciel Maia na diretoria-geral da Casa, distribuindo favores e benesses, ninguém ali protestou (ao menos, com a devida veemência) contra tudo isso que está aí. O mais eloquente crítico, Artur Virgílio Neto (PSDB-AM), admitiu ter contraído empréstimo com Agaciel; pouco importa se o pagou ou não. O ex-diretor do Senado afirmou que a instituição teria tido bancado um tratamento de saúde da mãe de Virgílio no valor de R$ 723 mil, quando o limite anual é de R$ 30 mil (ela é viúva de ex-senador, e a sociedade, pelo caixa do Senado, é obrigada a pagar por seu tratamento!!). Virgílio também admitiu que o filho de um amigo recebe salário da Casa, apesar de morar na Espanha – por coincidência, uma contraparente de Sarney, cuja demissão fora “esquecida” quando se mudou para aquele país, também foi aquinhoada com o pagamento indevido de salários. Que outro crítico interno das mazelas da Casa se manifeste, pois os que até agora o fizeram não têm lá a moral necessária à empreitada. Será difícil surgir alguém, pois todos, seja por ação direta, omissão, conivência ou covardia, contribuíram para a demolição ética da Câmara Alta, que atinge também a Câmara dos Deputados. Com um quinto dos seus integrantes na condição de senadores biônicos, suplentes que assumiram sem jamais terem recebido um voto sequer, como os da época da ditadura, mais outra parcela, substancial, contrária a quaisquer mudanças que lhes retirem a liberdade de movimentos em direções nem sempre recomendáveis, não há nada de bom a esperar do Congresso.
02/07/2009 "O regime iraniano deu um golpe de Estado", diz especialista
em islamismo Georgina Higueras Enviada especial a Paris (França) Faz
muitos anos que Olivier Roy, 60, é considerado um dos maiores
especialistas europeus em islamismo. Por ocasião de um seminário em
Paris sobre política transatlântica para o Paquistão, ao qual El País
foi convidado, o diretor do Centro Nacional de Pesquisas Científicas
(CNRS na sigla em francês) aceitou dar uma entrevista. El País: Como
vai evoluir a crise do Irã? Olivier Roy: O regime triunfou com seu
golpe de Estado de fato, mas o que é grave é a ruptura do consenso
dentro dele. Desde a morte de Khomeini, há 20 anos, os aiatolás [que
pertencem ao núcleo do regime] mantinham um consenso que permitia
facções com opções muito diferentes. Uma espécie de jogo político, com
um tipo de alternância entre conservadores e reformistas, com
diversidade no Parlamento e diversidade de imprensa. Esse consenso se
rompeu quando o regime arrebatou o poder interno. "Minha pátria está
rumando para uma ditadura militar", diz filósofo iraniano "Eu defendo
um Estado verdadeiramente islâmico e democrático, um Estado que
respeite a dignidade humana e não recuse os direitos das mulheres, um
Estado no qual os indivíduos possam eleger livremente os seus líderes
religiosos e seculares" Leia mais El País: Tornou-se monolítico?
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Acho que em matéria de histeria coletiva a última que tive ocasião de presenciar, de longe e temeroso, foi a morte de Diana, princesa de Gales.
Felizmente, passou o pior e o país, ou grande parte dele, voltou à sua habitual pachorra, com os meios de comunicação prestando contas da falta de prestação de contas e absurdos de malversação de verbas dos senhores parlamentares britânicos. Diana? Who she? Muitos perguntam. Leio, tanto na net quanto num jornal "em carne e osso", que a imprensa escrita e televisada anda perdendo ponto adoidada para a informatização. Adoidada é a palavra-chave. Na quinta-feira, aqui, começou a cobertura da morte de Michael Jackson. Eu disse "cobertura"? Pois disse-o mal. A morte de Michael Jackson foi o maior massacre mediático dos últimos vinte séculos. Pelo menos do meu posto de urubuservação. A única comparação possível ao desmando é se Jesus Cristo ressuscitasse, morresse e, no mesmo dia, ressuscitasse de novo, desta vez negro. Possivelmente, Nosso Senhor não teria preenchido tanto espaço nos jornais e na televisão. Na sexta-feira, aquele que para mim é o melhor telejornal britânico, o Channel Four News, dedicou toda sua edição ao (devem ter dito) "infausto acontecimento".
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Não raro se ouvir uma destas duas sentenças, ou até mesmo as duas juntas como se fosse uma só! O difícil, entretanto, é ter como resultado positivo a vontade de quem a ou as diz. A primeira sempre aparece quando alguém almeja e consegue um determinado cargo ou posto, mesmo que a maioria saiba e diga que não seria o ideal. Conquistado o desejo, vem a malfada prepotência do: “Vocês vão ter que me engolir”! Só que não sabe ou descobre tarde demais que não foi engolido, mas ficou entalado, e quando acaba sendo de fenestrado do poder, é regurgitado sem a menor cerimônia, e sua saída não tem a mínima pompa e importância que ele pode até ter se dado, na chegada. Será somente mais uma de tantas vezes, vitima de sua própria arrogância e tão decantada, mas definitivamente desmascarada capacidade profissional ou pessoal. O mais incrível é que é capaz ainda de convencer mais alguns a cometerem o mesmo erro, mas como sempre, a máxima de que se pode enganar muitos por muito tempo, mas não todos, o tempo todo, vai fazer com que tarde demais aprenda, no total ostracismo, que é hora, ou seria, de se reciclar ou ativar a autocrítica. Tarde demais para descobrir de que nem ele mais consegue se engolir. O pior é se ainda lembrar que na sua saída, ouviu aquilo que sempre escutam os penetras e malas quando se vão de uma festinha. “Já vai?” “Graças à Deus!” Mais duro ainda é ouvir no lugar do “Já vai”? , o “Já foi? Tarde demais!” Já aqueles que colocam as situações da vida pessoal ou profissional no “Ele ou Eu!”, dificilmente tem nos outros a escolha da segunda opção. Normalmente também, aqueles que preferem o “eu”, tarde demais resolvem recuperar o tempo e a verdade no “ele”. Nem sempre o ele estará ainda à disposição, ou o que mais é ainda mais difícil de aguentar, disposto a voltar! Em termos profissionais, o tal do “ou ele ou eu”!, sempre soa por parte de quem diz, falta de segurança, competência ou até mesmo, de caráter. Seja no ambiente familiar ou de trabalho, o eu, sempre será uma forma de chantagem emocional, e a fórmula exata para em caso de sucesso, alcançar um apoio incondicional e sem restrições para todas próximas atitudes. Por falar no tal do “ou ele ou eu”!, quando comecei a namorar, aprendi com um velho tio de que jamais deveria dizer ou exigir, com esta máxima, a decisão de uma mulher. Ao perguntar porque, ele simplesmente disse. “Ela vai sempre ficar com “ele”, por achá-lo mais fofinho, mesmo que não seja!” E não é que é mesmo? Tinha uma namorisco que não me interessava, fiz uma cena de ciúmes e coloquei a frase, entre um concorrente que não existia e eu. Perdi para o fantasma! Ainda bem! Sempre que ouço o “Ou ele ou eu!”, saio de perto. Já sei que o eu, dançou! Um abraço! Até semana que vem! Esta coluna está em setenta jornais impressos e eletrônicos do Brasil e exterior. Escritor, cronista e palestrante membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes. ajrettenmaier@terra.com.br, fala-serio2009@hotmail.com
O papa Bento 16 aceitou, um ano depois de apresentada, a renúncia do arcebispo brasileiro que, em março, protagonizou um escândalo internacional ao excomungar os envolvidos no aborto praticado em uma menina de nove anos que havia sido violentada sexualmente pelo padrasto. Hoje, o Vaticano anunciou que o monsenhor José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, teve a renúncia aceita, mas não fez alusão ao escândalo. Para o lugar de Cardoso Sobrinho, Bento 16 nomeou o monsenhor Antonio Fernando Saburido, informou a Secretaria de Imprensa da Santa Sé.
A renúncia do arcebispo foi apresentada há um ano, meses antes do incidente, porque o prelado atingira o limite de idade estipulado pela lei canônica para o exercício da função. O arcebispo de Olinda e Recife se envolveu em um escândalo internacional no dia 5 de março, quando anunciou publicamente que o médico que realizou o aborto e a mãe da menina vítima de estupro estavam sumariamente excomungados.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o L'Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano, e o presidente de La Pontifícia Academia da Vida, monsenhor Rino Fisichella, distanciaram-se da decisão do arcebispo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva censurou o prelado pela medida. No entanto, o arcebispo rechaçou as críticas e alegou ter aplicado a lei e a verdade da Igreja Católica.
A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina gasta quase R$ 2 milhões ao ano com o pagamento de adicional de insalubridade a servidores. O caso pode gerar uma auditoria externa no setor administrativo da Casa.
Documentos obtidos pela reportagem do Terra mostram que 111 funcionários da Assembleia recebem valores complementares ao salário que variam entre R$ 245,90 e R$ 3,263,06. Em cada mês, o pagamento de insalubridade consome R$ 162.521,69 dos cofres públicos estaduais (R$ 1,9 milhão ao ano).
A Alesc conta no total com 1.915 funcionários na ativa: 707 são efetivos, 232 terceirizados, 116 estagiários e 860 detentores de cargos comissionados. Os servidores que recebem o benefício são lotados nas áreas de saúde, assistência e serviço social e assessoria de imprensa da Assembleia Legislativa.
Um dos casos que chamam a atenção são de alguns dos médicos que trabalham na instituição: os adicionais chegam a R$ 2 mil ao mês, além de um salário que oscila entre R$ 13 mil e R$ 19 mil. No total, nove médicos cumprem uma jornada de três horas diárias.
1º - NOKIA - 4,1 MEGA - com câmera - R$100,00 2º - MOTOROLA - com câmera e vibra - R$120,00 3º - NOKIA - com jogos - R$130,00 Abaixo, estou mandando as fotos dos 3 celulares para que possam escolher o aparelho.
Estes valores são para pagamento à vista e em dinheiro. Se por acaso não te interessar, favor passar para a sua lista de amigos. Preciso vendê-los urgentemente.
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