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Músicas – O que é bom e o que deve ser evitado

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Oscar vai para... Quem são os críticos
4 de Julho de 2008 às 16:30Publicado por: Aldo Nestor Siebert
Humor

"...eu tenho amor ao tricolor..."


Pater, hoje em A Tribuna
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4 de Julho de 2008 às 15:05Publicado por: Cristian Caê Seemann Stassun
Foto do dia

Perimbó - Petrolândia... Céu ou chão?

O Alto Vale do Itajaí está repleto de belezas naturais. Muitas deles conhecidas, outras nem tanto, caso da Represa Perimbó em Petrolândia. Literalmente um mar de água cercado de pinheiros e mata nativa, cuja função é alimentar uma pequena hidrelétrica, localizada aos pés da Serra Grande.
Distante cerca de 10km da região central de Petrolândia, o local atrai centenas de adeptos dos esportes aquáticos, pesca esportiva e das belas caminhadas. São 150 hectares de áreas alagadas, onde as cores da água variam de acordo com a presença de algas, dos tipos de solo e das profundidades. A represa, localizada sobre esporões rochosos em Faxinal do Tigre é explorada comercialmente pela empresa Klabin S.A. de Otacílio Costa, respondendo por cerca de 4% da sua demanda de energia. São cerca de 500 mil árvores plantadas através de sistemas de reflorestamento.
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4 de Julho de 2008 às 11:30Publicado por: Amilton Teixeira
Ecologia e Meio ambiente

Os ganhos de olhar (e não caçar) baleias

Por Daniela Estrada - correspondente da IPS.

Mais de um milhão de turistas observarão cetáceos este ano em águas da América Latina, uma atividade excitante e lucrativa.
Santiago, 30 de junho (Terramérica) - Dezoito países da América Latina aproveitam hoje o turismo de observação de baleias e golfinhos, o que representa para a região cerca de US$ 278 milhões por ano. Porém, faltam normas, pesquisa e educação para garantir que seja sustentável. "Em 1978, eu levava ao local de observação de baleias-francas (Eubalaena australis) 60 passageiros durante toda a primavera e hoje levo 60 em uma hora", contou ao Terramérica o empresário argentino Ricardo Orri, pioneiro no fornecimento destes serviços em Península Valdés, na austral província de Chubut.
A partir de 1998, o avistamento de cetáceos a partir de embarcações e as pesquisas por meio de identificação fotográfica começaram a se multiplicar por toda a região, que abriga cerca de 64 espécies de baleias, golfinhos e botos, das 86 conhecidas no mundo. Destacam-se a baleia-azul (Balaenoptera musculus), que habita as águas do Chile, a baleia cinza (Eschrichtius robustus) e as jubarte (Megaptera novaeangliae), em Belize, El Salvador, Guatemala e México, entre outros países, além da baleia-franca, que aparecem nas costas de Brasil, Argentina e Uruguai. Continuar lendo a matéria »
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4 de Julho de 2008 às 10:45Publicado por: Aldo Nestor Siebert
Educação

Falta de mão-de-obra ameaça crescimento do Brasil.

da BBC Brasil

Uma reportagem publicada nesta quarta-feira pelo jornal americano "The New York Times" ("NYT") afirma que a falta de mão-de-obra qualificada "ameaça" as metas de crescimento econômico do Brasil.
Sob o título "Procuram-se trabalhadores qualificados para uma economia em crescimento no Brasil", o texto diz ainda que isto poderia afetar "a ascensão política e econômica" do país no cenário internacional.
"Após anos de expansão e contração, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está projetando um período de crescimento sustentado, com o PIB (Produto Interno Bruto) crescendo 5% ao ano de agora até 2010, e cerca de 3% a 4% ao ano na década seguinte", lembra o jornal.
"Mas muitas empresas e economistas, incluindo alguns do governo, dizem que a escassez de mão-de-obra altamente qualificada, particularmente engenheiros e técnicos profissionais, ameaçará estas metas, assim como a ascensão política e econômica do Brasil."
A reportagem afirma que a falta de mão-de-obra se espalha "por diversos setores da indústria".
"A falta de engenheiros civis e de construção ameaça projetos de infra-estrutura; áreas como bancos, fabricação de aviões, petroquímica e metalurgia estão todas competindo pelos melhores graduados; na indústria de petróleo e gás, que experimenta um boom, as empresas estão recorrendo a mão-de-obra estrangeira porque não há brasileiros qualificados suficientes para o trabalho."
O artigo cita um estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria), segundo o qual mais da metade de 1.715 empresas pesquisadas em setembro não conseguia contratar os trabalhadores qualificados de que necessitava.
As soluções de curto prazo têm sido dadas pelas próprias empresas --gigantes como Vale, Petrobras, Ultrapar e Embraer mantêm programas internos de treinamento, diz o "NYT". Mas no longo prazo "o prognóstico é mais problemático".
"O sistema educacional do Brasil está em desarranjo. Nos testes de desempenho acadêmico realizados a cada três anos pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) com jovens de 15 anos de 57 países, os estudantes brasileiros ficaram na quarta pior colocação em ciências e na terceira pior em matemática", afirma a reportagem.
Enquanto as grandes corporações têm recursos para contratar ou treinar os melhores profissionais, empresas médias "não têm a mesma sorte". 
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4 de Julho de 2008 às 09:30Publicado por: Nidia Nobrega
Economia

Cidades com maior relação habitantes por emprego em SC

Florianópolis, Brusque, Rio do Sul, Jaraguá e Indaial são as cidades de SC com os melhores índices de empregabilidade.

Por Marina Andrade para o Noticenter

Florianópolis, Brusque, Rio do Sul, Jaraguá do Sul e Indaial são as cinco cidades com a melhor relação habitante/emprego. É o que mostra um levantamento exclusivo realizado pelo Noticenter a partir de dados sobre empregos formais divulgados pelo Governo do Estado. Juntos, os cinco municípios concentram mais de 22% de todas as vagas existentes em Santa Catarina. Na seqüência aparecem os municípios de Itajaí, São Bento do Sul, Blumenau, Videira e Concórdia. Já entre os setores, a indústria segue como líder em número de empregados, com 33%, seguida pelo segmento de serviços, 27%, e comércio, com 19% das vagas de trabalho catarinenses.
O ranking dos dez municípios com a melhor relação entre população e emprego, com seus respectivos índices, é a seguinte: Florianópolis (1,9), Brusque (2,4), Rio do Sul (2,5), Jaraguá do Sul (2,6), Indaial (2,9), Itajaí (2,9), São Bento do Sul (2,9), Blumenau (2,9), Videira (3,0) e Concórdia (3,1).
A Capital aparece como campeã em empregos em Santa Catarina, com mais de 208 mil postos de trabalho. Proporcionalmente, há uma vaga para cada 1,91 habitante. Quem impulsiona a colocação de Florianópolis no topo da lista é a máquina da Administração Pública, empregando quase 85 mil pessoas, 41% dos trabalhadores da cidade. Mas quem não trabalha para o governo também tem chances. O setor de serviços é responsável por 38% das oportunidades, seguido pelo comércio, com 13% das vagas.
A segunda colocada, Brusque, apresenta um emprego para cada 2,5 moradores. De 2003 para 2005, o número de vagas existentes na cidade cresceu 14%. A indústria continua como a grande potência, empregando quase 59% dos brusquenses. Já o Comércio e o setor de serviços apresentam índices similares, com 17% e 17,5%.
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4 de Julho de 2008 às 08:00Publicado por: Maristela Macedo Poleza
Momentos de Sabedoria

De Radical Chique

"Adoro quando os feirantes, os porteiros e os pedreiros do meu bairro me chamam de gostosa. É a comunidade solidária!"

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4 de Julho de 2008 às 07:30Publicado por: Aldo Nestor Siebert
Jornais

O que dizem os principais jornais de hoje

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3 de Julho de 2008 às 16:30Publicado por: Ralf Kretzschmar
Humor

Salim, Salim

Deitado em seu leito de morte, Salim chama o seu filho mais velho, tira um antigo relógio do bolso com dificuldade e diz:
 - Filho... Está vendo este relógio aqui?
 - Sim, papa... - responde o filho, com lágrimas nos olhos.
 - Ele era do meu bisavô! - continuou o pai. - Depois ele foi passado para o meu avô... depois para o meu pai... depois para mim... e agora chegou a sua vez...  
 - Quer comprar ?
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3 de Julho de 2008 às 14:33Publicado por: Aldo Nestor Siebert
Convite

Sede da Guarda Municipal



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3 de Julho de 2008 às 12:00Publicado por: Greice Sauer
História

Como Era a Vida II

Quando os primeiros imigrantes italianos chegaram na região, encontraram muita mata, índios, 
incertezas e dificuldades.
Começava aí uma história de lutas. Uma história de um povo determinado a vencer. Um povo sem medo do trabalho.
Em uma época onde tudo era mais difícil, um tempo em que a tecnologia estava distante, eles conseguiram progredir.
Com as mãos calejadas pelo cabo da enxada e a pele castigada pelo Sol, eles venceram a fome. Sustentaram a família.
As colônias italianas cresceram, se expandiram e hoje, boa parte da população que forma o Alto Vale é descendente desse povo vitorioso.
Para lembrar um pouco dessa trajetória difícil, apresento a vocês partes de um documentário que fiz com uma família de descendentes de imigrantes.
Todos nascidos entre as décadas de 30 e 40, já quando as colônias estavam formadas. Eles relatam a infância, a juventude difícil, o que faziam para se divertir quando não tinha opção.
Todos os depoimentos foram gravados no dialeto italiano e aqui estão traduzidos.
É volta no tempo! Quem viveu na mesma época vai matar a saudade e quem é jovem vai saber "Como Era a Vida".

OS REMÉDIOS:


"Para a gripe ou resfriado que dava, fazíamos chá de folha de laranja, com mel, açúcar e assim passava. Não vinha mais nada. Sarava tudo assim". (Vitor João Baldo).
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